Primeiro twitter do Governo de Minas 27 Abril 2009
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Oportunidade para a juventude 26 Abril 2009
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Você é um jovem talentoso e procura apoio para suas iniciativas?
Tem o sonho de montar um espetáculo de teatro ou de circo mas está sem grana?
Então, você precisa conhecer o ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. O Programa oferece apoio financeiro a iniciativas em diversos segmentos culturais: do cinema ao circo, do teatro às
culturas tradicionais e indígena, passando pela dança, as artes plásticas e novas mídias, o hip hop, a música e a literatura.
Acesse o Portal da Juventude Paulista (www.juventude.sp.gov.br) e acompanhe o lançamento dos próximos editais do ProAC.
Atualmente existem 3 editais abertos:
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Até 14 de maio – Difusão e Circulação de Espetáculo de Teatro. (serão selecionados 17 projetos)
Até 3 de junho – Projetos de Montagem e/ou Manutenção de Espetáculo Circense. (serão selecionados 19 projetos)
Tire seu projeto da gaveta e inscreva-se já!
Para mais informações acesse www.juventude.sp.gov.br ou escreva para juventude@sp.gov.br
www.juventude.sp.gov.br
Coordenadoria Estadual de Programas para a Juventude
Secretaria de Relações Institucionais
Eterna Inconfidência 22 Abril 2009
Posted by Gabriel de Azevedo in JPSDB.Tags: 21 de abril, aécio, aécio neves, anastasia, andrea neves, antônio augsuto anastasia, antônio augusto anastasia, dia da inconfidência, gabriel de azevedo, gabriel villela, gabriel zaro, governador aécio neves, inconfidência, inconfidência mineira, JPSDB, liberdade, marcello antony, medalha da inconfidência, minas, minas gerais, ouro preto, PSDB, tiradentes
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Sabem, eu poderia postar qualquer reprodução sobre a solenidade do Dia da Inconfidência nesse vinte e um de abril. Quem ganhou medalha, como foi, patatí e patatá… Isso tudo está em todos os jornais que li nessa quarta-feira, sejam eles mineiros ou nacionais. Vou pedir licença aos nobres leitores desse blog para fazer algo diferente. Não li em nenhum jornal que a Juventude do PSDB compareceu em peso na cidade de Ouro Preto ontem, por exemplo. Também não li que a cidade estava repleta de visitantes para participar do Ano da França no Brasil. Bem, como fiquei imerso nessa inconfidência ao longo do feriado, faço questão de compartilhar com a Juventude do PSDB, todo o meu passeio. Faço-o, por considerar que a juventude tucana tem de ser um baluarte em defesa da nossa história, da manutenção das nossas tradições e do gosto pela cultura e civilidade. Faço-o também para que daqui um ano, muito mais gente lote essa deliciosa Ouro Preto.
Eu não sei se já disse, mas adoro Minas Gerais… Não é só uma questão de bom gosto, não. É patriotismo mesmo. O brasileiro comemora a independência uma vez por ano. O mineiro é tão mineiro que, à sua maneira, comemora em duas parcelas. Enquanto não chega o sete de setembro, vamos falar do vinte e um de abril.
Estive em Ouro Preto nesse feriado. Analogias comemorativas por analogias comemorativas, ao lembrar-me da minha temporada no Texas com todas aquelas bandeirinhas listradas e estreladas, fincadas num chão repleto de cachorro-quente e gente apinhada para ver a queima de fogos no quatro de julho, penso que o jeito mineiro de comemorar a independência é muito mais chique.
A sensação que tive na velha capital de Minas ao longo dos últimos quatro dias foi a seguinte: cadê todo mundo desse Estado que não veio para cá?
Minha odisséia inconfidente, na verdade, começa em Viçosa, que embora não tenha nenhum Diogo de Vasconcelos, foi o pontapé inicial para que eu deixasse Belo Horizonte nesse final de semana. Explico. Lá, onde participei do 24º Encontro Mineiro de Estudantes de Direito, conheci o pessoal da UFOP. E fazendo as honras do Movimento Estudantil, resolvi estreitar os laços como a futura sede do 25º EMED em 2010. E francamente, Ouro Preto não precisa de desculpa alguma para ser visitada. Todavia, descobrir que o ano da França no Brasil iria começar por aquelas montanhas foi um incentivo a mais, confesso.
Meus planos originais eram seguir para a cidade no sábado à tarde. Ônibus. Chegando à cidade procuraria alguma pousada. E o transporte por lá se daria de maneira tradicional e bípede.
Como de costume, o Zaro bagunçou meus planos. O Zaro, que também tem o privilégio de se chamar Gabriel, é, sobretudo, um amigo. Um bom amigo. Mineiríssimo como eu, brandamente tucano e competentíssimo como eu quisera ser. É um artista. Ele também ia fazer arte em Ouro Preto. Com seus apenas vinte e quatro anos, o mineirinho Gabriel Rosa, que adotou o pseudônimo Zaro, é produtor artístico e fez parte da equipe responsável por organizar as celebrações do Dia da Inconfidência.
Quando eu parti para a carona, não fazia idéia que minha bagagem iria se amontoar a malas bem mais importantes. O Zaro me cedeu o transporte, mas não me contou que no carro estaria um terceiro Gabriel. Bem, o papo começou e notei que se tratava de Gabriel Villela, o dramaturgo que iria dirigir pelo terceiro ano consecutivo a solenidade de vinte e um de abril, dia de Tiradentes, com forte apelo cívico, político e cultural. Polivalente, além de dramaturgo, cenógrafo, figurinista, ele também costuma ser inigualável no que faz.
Adoro artistas. Eles, como bem lembrou Gabriel Villela, são a síntese e a crônica da humanidade (de polônio em Hamlet, Willian Shakeaspere ““Tratai bem os artistas, senhores! Eles são a síntese e a crônica da Humanidade!”). Quando o Governador Aécio Neves resolveu que o Dia da Inconfidência devia ser dirigido por um artista, ele transformou Minas num palco de arte, numa espécie de reverência à humanidade, que um chefe de cerimonial, com todas as suas medalhas, não seria capaz…
Estudei sete anos num colégio militar. Nada contra solenidades… Até gostava dos desfiles e cerimônias. Todavia, imaginar a Inconfidência simplesmente como uma entrega de medalhas para policiais militares é afastar uma festa repleta de civilidade do contexto que vive a sociedade atualmente.
Se os artistas são a síntese da humanidade, a inconfidência é a síntese de Minas. À nossa maneira, somos esses seres cuja necessidade mais básica da vida é a liberdade.
De Belo Horizonte à Ouro Preto, criamos a agência de artes diversas SEIS ASAS, baseada na tecnologia 3G… (fato verídico que aguarda um café com pão de queijo entre os três gabriéis para maiores acertos).
Após enriquecer meu baú cultural com o bate-papo no trajeto, acomodei-me no delicioso hotel Solar do Rosário. Fui logo encontrando sortidos e competentes integrantes da equipe do Governador Aécio Neves. Vale aqui um parêntese. Feliz de um governo que tem uma equipe de assessoria de comunicação e eventos como tem Minas Gerais. Podem fuçar no Google que vocês vão descobrir um dos segredos da eficiência desse governo: Heloísa Neves, Luiz Neto, Hugo Teixeira, Andrea Neves, Nely Rosa, Antônio Grassi, Gustavo Nolasco, Flávio Peixe, Ana Carolina…
Do hotel fui para o estacionamento da UFOP, devidamente protegido pelo meu panamá, onde estavam as instalações do “Comida di Bistrot”. Para quem não sabe, um projeto de sucesso em Minas é o “Comida de Buteco”, um evento que reúne delícias da culinária típica dos bares de BH. Pois bem, trocando a cachaça pelo vinho, o buteco se transformou em bistrot, no ano da França no Brasil. Da Dobradinha com Feijão Branco, do Vale do Aço, à Rabada com Orapronóbis, da região Oeste do Estado, a diversidade gastronômica mineira está representada petiscos de bares de Belo Horizonte, Montes Claros, Uberaba, Poços de Caldas, Divinópolis, São João del-Rei, Diamantina e Ipatinga. Os tira-gostos foram harmonizados com menu de vinhos franceses que incluiu diversas regiões do país.
Quem chegou nesse momento foi o ator Marcello Antony, convocado por Gabriel Villela para protagonizar a inconfidência na terça-feira. Talvez tenham tirado umas trinta fotos com ele em pouco mais de uma hora. Na Praça Tiradentes, seguia o ritmo da construção dos palcos e a música popular brasileira com letras francesas animava toda a cidade. Fica a sugestão do Café Geraes, uma delicia que me atraiu pela culinária e pelo clima hospitaleiro… Passava na porta quando vários franceses tocavam e cantavam Piaf no piano. Juntei-me ao coro.
À noite, conferi a bela Orquestra Sinfônica de Ouro Preto, que encantou todos os presentes e segui para um jantar com amigos de BH perdidos como eu na cidade. Dá-lhe vinho com comida mineira. A noite foi longa e foi ótima na rua Direita. Tenho a impressão que se ficarmos um mês em Ouro Preto, não será possível curtir todos os restaurantes e bares deliciosos que todos aqueles becos, descidas e subidas oferecem. Se você não foi a Ouro Preto, então vá.
Já acordei no domingo com fome. Arroz, feijão, tutu, tropeiro, couve, ovo frito, torresmo, lombinho, costelinha, frango com quiabo, tudo na panela de pedra e no fogão a lenha. Ainda bem que a natureza me fez delgado o suficiente para me alimentar diariamente em Minas. E sem culpa.
Mais um passeio pela praça Tiradentes e mais avanços na montagem do cenário. Aproveitei para visitar a exposição “A Inconfidência Mineira no contexto da Revolução Francesa” no Museu da Inconfidência. A mostra traz peças como a tela Tiradentes Supliciado, de Pedro Américo, pertencente ao Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora; a sentença original de Tiradentes e o mapa de Paris, de 1789, com registro dos locais e dos fatos mais importantes da Revolução Francesa. Na hora em que fui subir a escada avistei a chegada de Andrea Neves. Com a costumeira mania de ajeitar os cabelos atrás dos óculos e andar de lá para cá ao telefone, foi conferindo os detalhes da montagem. Andrea, além de Presidente do Servas, é, desde 2003, coordenadora do Grupo Técnico de Comunicação do Governo de Minas Gerais. Trata-se de um núcleo de trabalho que reúne os responsáveis pelas áreas de comunicação dos órgãos da administração direta e empresas públicas, entre outros, para estabelecer as diretrizes e a execução das políticas de prestação de contas do governo estadual à população. Todo mundo em Minas sabe que ela faz a diferença. Aliás, alguém que, há vinte anos atrás , na função de Secretária-adjunta de Cultura do Governo de Minas Gerais, na gestão Hélio Garcia, esteve a cargo da coordenação das comemorações oficiais dos 200 anos da morte de Tiradentes, tem bastante à contribuir numa cerimônia como essa.
Hora de agasalhar para conferir (com panamá e bastante vinho) a Orquestra de Sopros da região de Nord Pas-de-Calais/França. Teve cancan e tambores napoleônicos, com direito a canjiquinha acompanhada de cabernet sauvignon. Uai-lá-lá. A noite terminou n’O Passo, agradável local ao lado do horto, onde o frio de Ouro Preto fica mais agradável.
Acordei tarde e resolvi me fartar na Casa dos Contos. De volta ao hotel, me encontrei com o caríssimo Professor Antônio Augusto Junho Anastasia, que dentre outras qualidades, também é vice-governador do Estado de Minas. Junto dele estavam a Secretária de Estado do Planejamento e Gestão de Minas Gerais, Renata Vilhena, e o Prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo. Na conversa com cafezinho, o Ano da França no Brasil, com todos os detalhes contados pelo prefeito. A sugestão de colocar isso tudo no blog foi justamente do Professor Anastasia. “Aliás, Gabriel, aproveita o blog da Juventude do PSDB e conta tudo isso lá. Eu, aliás, não tenho muita paciência para isso não, mas que é importante é.”
Mais passeios pela cidade. Fui à Casa da Moeda, onde há uma bela exposição e ao Museu do Oratório. A essa altura o cenário estava quase pronto e o Marcello Antony já alcançava a marca de três mil fotos… É a condição de ator global… Acho que as moças tiravam mais foto dele do que do monumento à Tiradentes. Praticamente um ponto turístico bípede.
E por falar nele… Voltando para o hotel, encontro justamente o ator, tranquilão no hall do Solar mexendo no iPhone. “Aqui no hall, assim dando sopa, você já deve estar quase derretendo com a quantidade de flashs…” Conversamos com um cafezinho mineiro e ele comentou sobre a experiência de participar do vinte e um de abril, com Romanceiro da Inconfidência de Cecília Meirelles. Lógico, eu quase me ceguei com os flashs das tietes ao longo do bate-papo.
Tomei um banho e desci de novo para a recepção do hotel. Atleticana fanática, (dessas que o coração não pulsa, grita galo) Adriana Branco, assessora do Governador Aécio Neves (e Diretora de Relações Institucionais do time mineiro) me convidou à mesa, onde estava outro alvinegro de rica plumagem, Alexandre Kalil, Presidente do Clube Atlético Mineiro. Fiquei pensando em alguns amigos atleticanos… Que desperdício eu ali, que não torço por time algum… Sério. Ainda bem que o papo ficou por outra conta, fosse bola, eu saía de campo… Quando perguntam meu time de futebol, o máximo que respondo é PSDB. Dalí, rumamos para a UFOP ver Bibi Ferreira cantar. O deslocamento que parecia simples, ganhou outros contornos com a presença do Antony. Eu mesmo estava com medo dele ser devorado pela tara nipo-fotográfica das tietes mineiras… Cogitamos disfarçá-lo com o meu panamá. Idéia abortada por motivos óbvios… Ele usou a tática número sete de passos largos e olhar cabisbaixo. Funcionou e chegamos à platéia. Todo mundo lá… Políticos, artistas, brasileiros em geral e muitos, muitos franceses… Devorando a comida de bistrot, diga-se de passagem. Eu mesmo me fartei, mesmo sabendo do jantar oficial, com dois amigos tucanos recém chegados de Belo Horizonte, Renato e Raphael. Um grande espetáculo com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra de Sopros (Fanfare du Nord Pas-de-Calais) e Bibi Ferreira. O show da Bibi foi incrível. Para quem é fã da Edith Piah, como eu sou, foi único. Cantarolei todas as músicas (La Foule; La Goualante du Pavre Jean; La Vie en Rose; Non, Je Ne Regrette Rien e Hymne a L´Amou), incentivado pela décima primeira taça.
Voltamos a’O Passo. De lá o vinho foi nossa companhia nas ruas de Ouro Preto. Um adversário político diria: é fácil diferenciar um jovem qualquer de um jovem tucano na noite da velha capital de Minas Gerais. Em princípio, ambos estão ali como penumbras sobre os paralelepípedos quase quatocententenários com uma garrafa de vinho… Aí, você vai chegando perto… E nota rapidamente que os jovens sem bico tomam uma garrafona típica de vinhada universitária e que o vinho dos tucaninhos é francês. (se bem que hoje em dia, tenho uns amigos petistas degustando vinhos muitos mais caros que os meus…) E por falar nisso, não é que encontro um petista de peso por lá… Era o Prefeito Fernando Pimentel passeando pela noite mineira…
De repente o café da manhã. Pela primeira vez, diga-se de passagem, desde que cheguei. Não era eu quem acordava tarde. O café é que era recolhido muito cedo. É uma das manias bobas de Minas. Almoçar meio-dia. Do café preto para a Praça Tiradentes… Correria. Vesti o terno. Gravata vermelha e blusa branca. Só faltou o Libertas quae sera tamem no peito. Pensei em assistir o evento na platéia, até que o Zaro resolveu perguntar se eu topava ajudar ele na produção… E com aquele sorriso de criança na porta da Disney, eu topei.
Ia dar uma mão nos objetos voadores. Eles tinham uma hora certa para entrar e para sair. Ia ajudar também a recepcionar meus amigos militantes do PSDB que chegavam aos montes sob a coordenação do Presidente da Juventude do PSDB de Minas Gerais, Reinaldinho Oliveira. Uns com bandeiras, outros com faixas mais explícitas… Esse clima de produção é muito divertido. E como vesti a camisa, cada problema que era possível resolver eu resolvia. Servindo água para velhinha na platéia ou conferindo o brilho das medalhas, eu me divertia. Até que o Cacá, outro da trupe do Gabriel Villela, resolveu me perguntar o que eu faria até a hora dos objetos voadores. Eu disse que faria o que ele estive precisando… “Pois então você pode ajudar o Marcelo Antony com a chama da independência?” Eu pergunto a vocês, qual mineiro iria negar possuir no currículo a condição única de assessor especial para questões ígneas e inconfidentes? Eu que não ia.
A cerimônia é realmente muito bonita. Eu não tenho um só pingo de sangue francês, mas ouvir (e cantar) la marseillaise em Ouro Preto é emocionante. É legal ver que Minas reconhece tão solenemente 236 pessoas que fizeram esse Estado acontecer. Entre os agraciados também estavam vários atletas paraolímpicos como Adria Santos (Atletismo), Felipe Marinho de Oliveira (Natação), Rodrigo Rosa (Halterofilismo), Regina Dornelas da Costa (Judô), Alexandre Ank (Tênis de mesa), Carlos Barto (Atletismo), Letícia Lucas (Natação), Fantástico ouvir Bibi Ferreira e Milton Nascimento. Ponto de Partida e Valores de Minas. Legal ver o resultado da genialidade de Gabriel Villela e do ator Marcello Antony ao sol de um meio dia confuso e de um vinte um de abril sinistro. Quando o Governador Aécio Neves reverencia a bandeira, ele não somente demonstra todo o seu respeito pelos mineiros, como refaz o seu compromisso com a liberdade. Talvez do seu discurso, eu tenha extraído sobretudo, a seguinte parte:
“Mineiros, temos compromissos com o Brasil, e o dever de cumpri-los. É hora de reunirmos, a nação inteira, para a tarefa de promover as mudanças corajosas que a realidade exige. Essa tarefa ainda se encontra inconclusa. (…) Esse projeto é o de construir uma nação que seja poderosa, sem ser arrogante, de desenvolver a economia, em termos sustentáveis, a serviço de todos os brasileiros; de buscar a ativa convivência solidária com os países vizinhos, sem hostilizar qualquer outra nação do mundo”.
No almoço após a cerimônia, o Professor Anastasia brincou: “É… Se o Gabriel ficou responsável por acender a chama da liberdade, estamos todos perdidos…” Respondi que, ano que vem, quando ele for presidir a cerimônia, vou levar o lança-chamas para ele ver o que é bom…
Emocionou-me, realmente, ver tremularem juntas, as bandeiras da França e de Minas Gerais. Ambas, símbolos de movimentos que, simbolizaram os mesmos sonhos de liberdade.
Honrar a memória de Tiradentes merece toda a arte possível. O vinte e um de abril é, para nós, a mais valiosa celebração da nossa história. É a renovação da nossa identidade, dos nossos ideais e dos nossos compromissos. É o fortalecimento do respeito aos valores que nos trouxeram até aqui. É a celebração da memória e da coragem. É o compromisso permanente com a justiça. Identidade. Coragem. Compromisso. Justiça e Liberdade. Porque passem os séculos, cheguem os séculos, e Liberdade continuará sendo, sempre, o outro nome de Minas.
Até o próximo vinte e um de abril…

Bibi Ferreira interpreta Edit Piaf

Governador Aécio Neves em reverência à Bandeira do Estado de Minas Gerais

O embaixador da França no Brasil, Antoine Pouillieute, e o Governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves

Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal

Equipe da Produção Artística reunida

São diversas as mãos que contribuem com o evento

Uma cena de Ouro Preto e suas várias igrejas

Um chapéu panama perdido na ladeira

Uma cena de Ouro Preto e suas várias subidas

Fanfare du Nord Pas-de-Calais

Aproveitando a cidade de Ouro Preto em dobro

Ângelo Oswaldo, Prefeito de Ouro Preto, Renata Vilhena, Secretária de Estado do Planejamento e Gestão de Minas Gerais, e Antônio Anastasia, Vice-Governador do Estado de Minas Gerais

Gabriel Villela, Andrea Neves e Gabriel Zaro

Mesa alvinegra com Adriana Branco e Alexandre Kalil

Prefeito Fernando Pimentel passeando à noite na Praça Tiradentes

Tudo pronto para a cerimônia começar

Do alto do Museu da Inconfidência

“E quem vai acender a chama da inconfidência?”

“Marcello Antony protagoniza o 21 de Abril”

Bibi Ferreira aquece a voz para cantar o Hino Francês

Milton Nascimento e trupe de tietes

Bandeiras de Minas, Brasil e França

Minas são muitas, os estilos também…

O Prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda e o Secretário de Comunicação Régis Souto

A miss Minas Gerais, produto tipo exportação

Gabriel Zaro, Produtor Artístico, Gabriel Villela, Diretor do Dia da Inconfidência, e Gabriel de Azevedo, Secretário de Comunicação da JPSDB
Bibi Ferreira interpreta A Marselhesa no Dia da Inconfidência Mineira 22 Abril 2009
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Um momento marcante na cerimônia presidida pelo Governador Aécio Neves nessa terça-feira foi a participação de Bibi Ferreira nas comemorações do Dia da Inconfidência.
Com Marcello Antony 22 Abril 2009
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Na segunda-feira, dia 20 de abril, pouco antes de a Bibi cantar, encontrei-me o ator que iria protagonizar o 21 de abril. Sentado no lobby do hotel Solar do Rosário Marcello Antony fuçava o seu iPhone num raro momento desacompanhado.
“Tira uma foto comigo?” perguntei no tom tiete que costumavam fazê-lo. “Falo sério, vai que você se incendeia com a chama da independência… Imagina quanto eu vou cobrar pela sua última foto em vida… Aí, você vai ver o que é vinte e um de abril sinistro”.
Começamos um bate-papo. Contei que era Secretário de Comunicação da Juventude do PSDB e que administrava o Ninho Tucano. Não foi entrevista, mas ele falou umas coisas legais que colocarei abaixo.
Para Marcello, apresentar-se no Dia da Inconfidência é uma honra enorme.
“Difícil explicar. É como se eu fosse o atleta da delegação brasileira nas Olimpíadas carregando a bandeira nacional no desfile de abertura. Há todo um significado e é emocionante. É como estar no Estados Unidos no dia de Martin Luther King e interpretá-lo. É ser um pouco Tiradentes em plena Ouro Preto”, contou o ator.
Marcello possui um bom humor incrível. Quem não conhece, precisa ver a imitação que ele faz de Don Vito Corleone. Simpático e tranqüilo, o ator aproveitou a culinária da cidade, desfrutou de parte da comida de bistrot e usufruiu bastante da piscina do hotel. Não o culpo por não passear durante o dia pela cidade. Creio que ele não daria dois passos sem ser cercado pela multidão de fãs que tira fotos dele até com pin holes, se possível. “São ossos do ofício, mas que encaro numa boa.”
“Ser escolhido pelo Gabriel Villela é gratificante para qualquer ator. Para o vinte um de abril, ele pensou numa forma mais brechtiniana de apresentação, encarando o texto de maneira de forma a manter o distanciamento. É um texto repleto de significados”, acrescentou o ator.
Perguntei para ele o que ele achava do Aécio ter escolhido uma forma mais artística de apresentar o vinte e um de abril. “É uma sintonia com a sociedade. O Aécio é uma cara que está no meio das pessoas. Estava em Nova York, num bar… Do nada entra ele e um amigo e sentam-se numa mesa para conversar. Ele é alguém que se mistura facilmente e que se não fosse governador, teria uma vida super comum, acho.”
Sobre a estadia em Minas: “Já estive em Ouro Preto antes. É uma cidade fantástica. Inspiradora. Minas é um local muito bom para se visitar.”
O bate papo que se seguiu foi super informal. Ele inclusive me mostrou como se interpretam as cenas de briga e alguns detalhes dos artistas da Rede Globo. Fiquei sabendo que tem dois irmãos e que largou a carreira de publicitário ou jornalista para ser ator. “Meus pais não tinham como pagar Faculdade, tão pouco o transporte para ele. Morava em Niterói e tratei de procurar investir no teatro mesmo.”
Ficou claro que Marcello é um self made man. A carreira não contou com nenhum empurrãzinho a não ser o próprio talento. Durante os dias em Ouro Preto, ele foi uma agradável companhia. Apesar de ele fazer a gente perder muito tempo até que a multidão se dissipe… Uma honra para esse jovem tucano ter ajudado na cerimônia. Volte sempre.
Abaixo, o texto que foi utilizado no Dia da Inconfidência. Trechos do Romanceiro da Inconfidência de Cecília Meirelles.
Ómeio-dia confuso,
ó vinte-e-um de abril sinistro,
que intrigas de ouro e de sonho
houve em tua formação?
Quem condena, julga e pune?
Quem é culpado e inocente?
Na mesma cova do tempo
Cai o castigo e o perdão.
Morre a tinta das sentenças
e o sangue dos enforcados …
- liras, espadas e cruzes
pura cinza agora são.
Na mesma cova, as palavras,
e o secreto pensamento,
as coroas e os machados,
mentiras e verdade estão.
Não choraremos o que houve,
nem os que chorar queremos:
contra rocas de ignorância
rebenta nossa aflição.
Choraremos esse mistério,
esse esquema sobre-humano,
a força, o jogo, o acidente
da indizível conjunção
que ordena vidas e mundos
em pólos inexoráveis
de ruína e de exaltação.
Ó silenciosas vertentes
por onde se precipitam
inexplicáveis torrentes,
por eterna escuridão!
Bandeira da Inconfidência
Através de grossas portas sentem-se luzes acesas
e há indagações minuciosas dentro das casas fronteiras
olhos colados aos vidros, mulheres e homens à espreita
caras disformes de insônia vigiando as ações alheias(…)
atrás de portas fechadas à luz de velas acesas
uns sugerem, uns recusam, uns ouvem, uns aconselham
se a derrama for lançada há levante com certeza
corre-se por essas ruas, corta-se alguma cabeça
no simo de alguma escada profere-se alguma arenga
que bandeira se desdobra?
com que figura ou legenda?
Coisas da maçonaria, do paganismo ou da Igreja?
A Santíssima Trindade, um gênio a quebrar algemas? Atrás de portas fechadas à luz de velas acesas
entre sigilo e espionagem acontece a Inconfidência
e diz o Vigário ao poeta “escreva-me aquela letra do versinho de Virgílio”
e dá-lhe o papel e a pena. E diz o poeta ao Vigário,
com dramática prudência:
“Tenha meus dedos cortados antes que tal verso escrevam” Liberdade, ainda que tarde, ouve-se em redor da mesa
e a bandeira já está viva e sobe na noite imensa
e seus tristes interventores já são réus, pois se atreveram a falar em liberdade,
que ninguém sabe o que seja através de grossas portas
sentem-se luzes acesas,
e há indagações minuciosas dentro das casas fronteiras…
Que estão fazendo tão tarde, que escrevem, conversam, pensam
mostram livros proibidos? lêem notícias nas gavetas?
terão recebido cartas de potências estrangeiras? Antigüidades de Minas, em Vila Rica suspensas
Cavalo de Lafaiete saltando vastas fronteiras
Oh, vitória, sestas, flores das lutas da Independência
Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda
e a vizinhança não dorme, murmura, imagina, inventa,
não fica bandeira escrita, mas fica escrita a sentença…
Pronunciamento do governador Aécio Neves durante a entrega da Medalha da Inconfidência 22 Abril 2009
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Aécio Neves, Governador do Estado de Minas Gerais
Ao presidir, pela última vez, esta celebração em que reverenciamos os valores herdados dos nossos antepassados, o faço com a mesma emoção e o mesmo sentimento com que compartilhei, pela primeira vez, com os mineiros, a liturgia desta cerimônia. Procurei, a cada segundo dos últimos anos, honrar a nossa bandeira, a bandeira sob a qual nos reunimos aqui hoje.
Ilustre Embaixador Antoine Pouillieute, neste ato, representante do grande povo da França, senhores Ministros de Estado; autoridades brasileiras e francesas aqui presentes, senhoras e senhores agraciados, senhoras e senhores, mineiros,
Nossa mais importante e emblemática data cívica, o 21 de abril, reveste-se, todos os anos, de forte valor simbólico. Representa, para nós, o momento em que mergulhamos nos meandros da nossa história para revisitar as lições do passado, que nos balizam o presente e nos ajudam a alcançar o futuro. O futuro que sonhamos todos os dias e que construímos juntos, há séculos.
Neste 21 de abril, alçamos ao céu de Ouro Preto as bandeiras de dois movimentos grandiosos, que datam 220 anos, mas que representam, ainda hoje, as bases fundamentais da formação e da identidade dos nossos povos – a Revolução Francesa e a Inconfidência Mineira. Ambas simbolizam os mesmos sonhos de liberdade.
Nos orgulhamos, os mineiros, de ostentar, na matriz de nossa formação cultural e política, as idéias e os ideais do povo francês, que mudaram para sempre o mundo e moldaram os contornos da contemporaneidade.
Nesta cerimônia os homenageamos como autênticos compatriotas, porque, mesmo em outro continente, foram decisivos à construção da nossa história e contribuíram para que nos fizéssemos como somos, intransigentes defensores da liberdade. Não apenas nós, mas todo o mundo, devemos aos franceses a definição fundamental do que é a verdadeira liberdade. Para eles – e para nós -, ela só é possível e só será real, se também carregar, em sua essência, os princípios da igualdade e da fraternidade. Liberdade, igualdade e fraternidade são indissociáveis.
Senhoras e senhores, os anos que gravitaram sob a força de 1789 foram decisivos para mudar a face do mundo. No dia 15 de março daquele ano, o português Joaquim Silvério dos Reis denunciou o movimento revolucionário dos inconfidentes às autoridades da Capitania das Minas. No dia 10 de maio – quando ocorriam os primeiros debates dos Estados Gerais em Paris – nosso herói nacional, Joaquim José, foi preso no Rio de Janeiro, onde conspirava.
A História não conhece coincidências: nela tudo se faz de razões poderosas, ainda que ocultas. Durante todo o século 18, estas montanhas recusavam-se à submissão, e ansiavam pela liberdade e pela República.
Por ironia, o ouro que delas foi arrancado permitiu que muitos dos nossos jovens que buscavam os estudos na Europa, sobretudo em Montpellier e em Paris, retornassem trazendo na bagagem as idéias de Montaigne, Rousseau, Voltaire, D´Alembert, Diderot, Montesquieu.
Uma linha transcendental uniu estas discretas cordilheiras de Minas aos Pirineus Atlânticos; os nossos inquietos pensadores a Montaigne e a Montesquieu, esses grandes franceses que nasceram na mesma região de Bordeaux, na Aquitânia de tão forte presença histórica. Neles encontramos a lucidez para entender o mundo; a ousada inteligência para repelir a tirania; e a razão republicana, o respeito ao Estado como a suprema organização política das sociedades nacionais.
Naqueles anos finais do século 18, riscou-se, na Carta do Mundo, um triângulo transcendental, cujos vértices estavam em Paris, na Filadélfia e, para nós, exatamente aqui, nesta Ouro Preto.
Mineiros, como em todos os anos, evocamos desta tribuna o espírito do grande mineiro Joaquim José, o Tiradentes. Tudo nele foi e continua a ser povo. Inquieto em busca do próprio destino, foi achá-lo na construção da pátria republicana. Encontrou sua causa na beira dos caminhos, nas igrejas e capelas barrocas que convocavam as suas preces de cristão. A pátria estava ali, nas árvores que sombreavam as trilhas, nos penedos, nos riachos leves e nos rios robustos. E mais do que na paisagem, a pátria se refletia nos olhos da gente de Minas, moradores das taperas em que se abrigava durante as tempestades.
Era essa gente, que os opressores confundiam com os cascalhos rejeitados da mineração e as enxurradas barrentas que desciam das catas, que o Alferes enxergava e representava na Conjuração de 1789. Nela estavam os homens notáveis da Capitania, nas letras e na fortuna; no saber jurídico e nos cabedais acumulados. Ele era quase um estranho naquele círculo, mas sem ele, todos sabiam, não havia como tentar a revolução, não havia como fazer a História. Só ele tinha a confiança do povo.
Quando olhamos o monumento que, em sua memória, erigimos no centro desta esplanada, podemos ver, com os olhos da pátria, sua cabeça a consumir-se, iluminada nas auroras, a dessecar-se nos ventos que espancavam as serras e aqueciam de brio a face dos mineiros. Esse brio não se amornou em nosso rosto, ele sempre nos recorda que, sendo tão breve, a vida só tem sentido quando dela nos servimos para servir aos outros.
Mineiros, temos compromissos com o Brasil, e o dever de cumpri-los. É hora de reunirmos, a nação inteira, para a tarefa de promover as mudanças corajosas que a realidade exige. Essa tarefa ainda se encontra inconclusa. A depressão econômica, da qual somos vítimas agora, irá nos exigir sacrifícios ainda maiores nos próximos meses.
Temos consciência de que o Brasil é um dos países mais preparados para vencê-la, graças aos esforços de seu povo e de diferentes governos. No entanto, ainda nos resta responder aos deveres que nos impõe a realidade. Para superarmos a difícil fronteira para o pleno desenvolvimento, precisamos recuperar o grande projeto nacional iniciado por Getúlio Vargas, a que Juscelino deu continuidade, e foi interrompido pelas razões conhecidas.
Esse projeto é o de construir uma nação que seja poderosa, sem ser arrogante, de desenvolver a economia, em termos sustentáveis, a serviço de todos os brasileiros; de buscar a ativa convivência solidária com os países vizinhos, sem hostilizar qualquer outra nação do mundo.
Durante séculos temos lutado, muitos brasileiros, para que haja justiça para todos, e é chegado o momento de obtê-la. Relembro, aqui, as pródigas palavras do presidente Tancredo: enquanto houver, em nosso país, um só homem sem pão, sem teto, sem letras e sem trabalho, toda prosperidade será falsa.
Senhoras e senhores, há determinados valores que são de todos… e são de sempre… Por isso a luta pelos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, nesta viagem que perpassa os povos, as culturas, e os séculos, se impõe, como realidade e compromisso de todos, homens e mulheres de bem.
Sabemos que cada geração tem os seus compromissos próprios com a história. E sabemos que cada tempo apresenta os seus próprios desafios, que precisam ser vencidos em nome de toda a humanidade que cada geração representa.
Vivemos, senhoras e senhores, nos nossos dias, uma inquietação que convoca a razão dos homens nessa quadra da História. Refiro-me à grave enfermidade do planeta e a vertiginosa crise que se multiplica das questões que envolvem a sustentabilidade da vida e o meio ambiente. A Terra está combalida pela sua exploração predatória dos últimos 150 anos, e se não houver atos concretos que a salvem, a vida não suportará outros 150 anos de insânia, se a tanto durar a agonia.
Temos que decidir, ainda nesta geração, se continuamos na voragem enlouquecida de consumo dos recursos naturais, ou se sacrificamos parte do conforto em favor da vida. Não há mais como adiarmos as urgentes medidas que as nossas consciências reclamam todos os dias. O problema é um só e possui várias faces: água, aquecimento global, emissão de gás carbônico…
Acredito, sinceramente, que o Brasil possa dar importante contribuição para o enfrentamento dessas questões se, como povo, pudermos reconhecer que esse momento convoca e merece toda a nossa responsabilidade.
É hora de compartilharmos das preocupações dos cientistas do mundo todo. Eles já nos alertaram que mesmo que todos os governos cumpram totalmente seus compromissos com a agenda ambiental consensada, ainda assim, será muito pouco e, talvez, muito tarde para contermos as ameaças à própria base da civilização humana.
Precisamos ser solidários, ser corajosos, para podermos realmente enfrentar, de forma eficaz,com lucidez e determinação, esse desafio. Não podemos mais nos omitir.
Estou certo de que, se agirmos eficaz e imediatamente, poderemos navegar pela turbulência que se aproxima e emergir do outro lado, tendo aprendido a mais antiga e importante lição da nossa história coletiva: a de que a terra não nos pertence. Somos nós que pertencemos a ela. Esta é nossa grandiosa tarefa. Esse é o grande desafio da nossa geração.
Mineiros, há mais de 200 anos um homem destas serras caminhava pelas ruas do Rio, a caminho da morte. Os que lhe decretavam a infâmia eram os infames, e na crueldade final, a de lhe esquartejarem o corpo e exibirem os pedaços nas estradas; de erguerem um poste e sobre ele fincarem sua cabeça, concederam-lhe presença sagrada na veneração da gente brasileira.
Ali, onde hoje o temos em pedra e sobre pedra, sua cabeça permaneceu, até que alguém do povo, protegido pelo silêncio da noite e da Eternidade, recolheu-a para sepultá-la, quem sabe onde, nesta terra.
As mãos anônimas de Minas repeliram o escarmento. Minas inteira foi seu berço, Minas inteira é seu túmulo, Minas inteira é o seu legado de liberdade. Comungando com este sentimento, hoje o Brasil inteiro é mais do que nunca Minas. E Minas é, mais do que nunca, o coração do Brasil.
Senhoras e senhores, prezado embaixador, caros ministros, mineiros, o 21 de abril é, para nós, a mais valiosa celebração da nossa história. É a renovação da nossa identidade, dos nossos ideais e dos nossos compromissos..
É o fortalecimento do respeito aos valores que nos trouxeram até aqui. É a celebração da memória e da coragem. É o compromisso permanente com a justiça. Identidade. Coragem. Compromisso. Justiça e Liberdade. Porque passem os séculos, cheguem os séculos, e Liberdade continuará sendo, sempre, o outro nome de Minas.
Deixo, com cada um de vocês que se encontra hoje nessa praça, as singelas palavras de Cervantes, em seu definitivo Dom Quixote:
“A liberdade é o dom mais precioso que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida.”
Minas, minha mãe, minha pátria, minha coragem. Muito obrigado.
Gente perguntando gente 22 Abril 2009
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Ainda em ritmo de bordões de campanha…
Saindo do Almoço Oficial em Ouro Preto nessa terça-feira, após o discurso do Governador Aécio Neves, um político amigo e recém eleito perguntou: “E aí, Gabriel? Muita gente comendo gente em Ouro Preto?”
“Lógico, meu caro… Desde a Inconfidência, com graus de variação para mais em épocas de carnaval. Afinal, isso sempre deu pra fazer…”
21 de abril. Gente respondendo gente.
JPSDB/PA tem vitória histórica em Centro Acadêmico da Universidade Federal do Pará – (UFPA) 22 Abril 2009
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Comemoração da Vitória com o jovem tucanos (ao centro) Victor Picanco

Marcos Patrick e Victor Picanco, eleitos membros e comemorando a vitória
A Juventude Tucana do Pará participou no ultimo dia 08/04 das eleições do Centro Acadêmico de Direito Édson Luís (CADEL) da UFPA-(Universidade Federal do Pará),integrando chapa vencedora na referida eleição. O centro acadêmico de Direito da Universidade Federal do Pará-UFPA é o maior centro acadêmico da Amazônia e o mais importante da UFPA.
Com um programa voltado exclusivamente para as questões acadêmicas e menos preocupado com as rixas político-partidárias, externas ao cotidiano do estudante, conseguiu-se agregar os mais variados apoios, além de uma grande receptividade.
A chapa vencedora com 246 votos (aproximadamente 45%), chamada PRA FAZER DIREITO, foi formada por uma ampla coligação que incluiu JPS, JS/PDT e a JPMDB, além de membros independentes. A chapa derrotada, que estava na gestão há pouco mais de 6 anos, DIREITO EM MOVIMENTO, ligada à JPT obteve apenas 169 votos e em último lugar ficou a chapa LUTA, DIREITO!, ligada a PSOL e PSTU, com parcos 132 votos.
Com a vitória, a chapa PRA FAZER DIREITO ganha direito de participar das discussões da Federação Nacional dos Estudantes de Direito (FENED) e tem a responsabilidade de organizar o Encontro Nacional dos Estudantes de Direito (ENED) que, este ano, acontecerá em Belém do Pará no final do mês de julho.
Para o Presidente Estadual da JPSDB/PA, Raimundo Rodrigues, esta vitória é um marco histórico na história da Juventude Tucana no estado e mostra que quando se faz um trabalho sério e responsável em parceria com todos como o que está sendo feito na JPSDB/PA se colhe bons frutos.
“Antes nem se pensava na possibilidade da JPSDB/PA se quer disputar um Centro Acadêmico na UFPA, hoje além disputarmos ganhamos. Isso é um momento histórico. Quero parabenizar o nosso membro da JPSDB/PA, Victor Picanço por sua garra e determinação nesta luta e dizer que a sua vitória no CADEL da UFPA deixa toda a Juventude Tucana do Pará muito orgulhosa e pronta para enfrentar outros desafios, finalizou Raimundo Rodrigues”
Informe : Vanessa Danielle – Coordenadora de Comunicação da JPSDB/PA
Fica de olho JPSDB… Redes sociais! 22 Abril 2009
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Ano da França no Brasil 16 Abril 2009
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Ano da França no Brasil será aberto dia 21 em Ouro Preto
O Ano da França no Brasil vai ser aberto oficialmente em Ouro Preto, no dia 21 de Abril, por ocasião da tradicional solenidade em honra do Tiradentes e da Inconfidência Mineira. O governador Aécio Neves, a ministra da Cultura da França, Christine Albanel, e seu homólogo do Brasil, ministro Juca Ferreira, o embaixador Antoine Pouillieute, os presidentes da comissão do Ano França.BR Yves Saint-Geours e Danilo Santos Miranda, o prefeito Ângelo Oswaldo e diversas personalidades dos dois países participam das cerimônias, na praça Tiradentes.
O programa tem início dia 17, sexta-feira, com abertura de exposição sobre a França e a a Conjuração Mineira, no Museu da Inconfidência. Dia 18, sábado, há apresentação da Orquestra Ouro Preto, na Casa da Ópera. No domingo, às 11h, será reaberta a Capela do Taquaral, restaurada com patrocínio cultural do banco BNP Paribas do Brasil. Segunda-feira, dia 20, às 18h, no Centro da Fiemg, inaugura-se mostra da Coleção Maria Helena e Jacques Boulieu, núcleo de um novo museu a ser criado em Ouro Preto.
Ainda no Centro da Fiemg, na praça Tiradentes, será lançado o livro “A Presença Francesa no Brasil: de Villegaignon ao Século XXI”, editado pela Câmara de Comércio da França no Brasil. Às 20h, na praça da Universidade, as orquestras Nord-Pas-de-Calais e Filarmônica Mineira fazem um grande concerto aberto ao público, que tem como ponto alto a apresentação de Bibi Ferreira interpretando Edith Piaf. Dia 21, o programa começa cedo, na praça Tiradentes.
220 anos de história
A Inconfidência Mineira e a Revolução Francesa completam 220 anos e são evocadas nesse reencontro histórico em Ouro Preto. Entre março e maio de 1789, os conjurados de Vila Rica foram presos por ordem das autoridades portuguesas, dando início ao processo da Inconfidência Mineira. Em 14 de julho, em Paris, caía a fortaleza da Bastilha, a prisão que simbolizava o arbítrio do regime monárquico. A tomada da Bastilha pelo povo foi o primeiro grande lance da Revolução Francesa, que continuou influenciando o Brasil até a proclamação da República, cem anos mais tarde, em 15 de novembro de 1889.
Entusiastas das idéias iluministas irradiadas pela França, os inconfidentes foram ledores fervorosos da literatura revolucionária do século XVIII. Em poder do Tiradentes, quando de sua prisão, foi encontrado um exemplar das “Lois Constitutives des Etats-Unis”, publicado em francês na Suíça, hoje visto no Museu da Inconfidência. Os conspiradores mineiros se encontraram com Thomas Jefferson na França, onde muitos deles estudaram.
O estilo rococó, ou Luís XV, procedente da França, influiu na obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Na Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto, pode-se perceber como o artista da terra absorveu e interpretou, de modo totalmente original, as linhas do rococó. No século XX, o historiador de arte francês Germain Bazin veio a ser o mais importante estudiosos da obra do Aleijadinho, projetando-a no contexto internacional.
Profusão de laços
A fundação da Escola de Minas pelo francês Henri Gorceix, por iniciativa de Dom Pedro II, em 1876, estreitou ainda mais os laços entre a França e Ouro Preto. O aluno e depois professor Augusto Barbosa foi enviado pelo imperador para estudar em Paris, e a Escola de Minas sempre cultivou o mais rico intercâmbio com a de Paris, que lhe deu régua e compasso.
Muitos sábios franceses, como Auguste Saint-Hilaire, em 1817, visitaram Ouro Preto e escreveram sobre a cidade e Minas Gerais. Pallière a pintou na época da Independência e Emile Rouède, no final do século XIX. Em 1924, o poeta suíço-francês Blaise Cendrars esteve em Ouro Preto com os modernistas de São Paulo e contribuiu, decisivamente, para que se fixasse um novo olhar sobre os valores culturais da velha cidade mineira.
Os franceses formam o mais numeroso contingente entre os turistas estrangeiros que chegam a Ouro Preto. Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre vieram em companhia de Zélia Gattai e Jorge Amado. Michel Simon traduziu o “Guia de Ouro Preto”, de Manuel Bandeira. Os intelectuais admiram suas igrejas, monumentos e paisagens. Dominique Fernandez os descreve em seu livro “L’or des tropiques”, com fotos de Ferrante Ferranti. Mais uma personalidade nessa fila é o museólogo Pierre Catel, que inovou na expografia dos Museus do Oratório e da Inconfidência.
A abertura do Ano da França no Brasil na cidade de Ouro Preto, segundo o prefeito Ângelo Oswaldo – que estudou em Paris –, “reafirma o diálogo histórico entre nossas culturas”. O prefeito esteve em Paris, em outubro, a convite do governador Aécio Neves, participando dos entendimentos que estabeleceram esse calendário. “Aécio Neves cria um acontecimento histórico repleto de significados vitais para os nossos países e sublinha o papel de Ouro Preto como espaço de convergência e irradiação da cultura. A França está sempre presente nestas montanhas”, diz o prefeito.
Programação
ANO DA FRANÇA NO BRASIL EM MINAS GERAIS – OURO PRETO
Dia 17 – sexta-feira
20h30 – Exposição “A Inconfidência Mineira no Contexto da Revolução Francesa” – Museu da Inconfidência.
Dia 18 – sábado
12:00h – Comida di Bistrot – Versão com um toque francês do Comida di Buteco. Harmonização com vinhos franceses – Praça da Universidade.
17:00h – Abertura da programação de cinema francês – Cine Vila Rica.
20:00h – Apresentação da Orquestra Ouro Preto – França / Brasil – Casa da Ópera: Teatro Municipal de Ouro Preto.
Dia 19 – domingo
11:00h – Missa de reinauguração da Capela do Taquaral.
12:00h – Comida di Bistrot.
17:00h – Inauguração da Exposição Permanente dos Naturalistas Viajantes – Casa do Bandeirista: Parque Estadual do Itacolomi.
20:00h – Apresentação da Orquestra de Sopros da região de Nord Pas-de-Calais/França – Praça da Universidade.
Dia 20 – segunda-feira
14h30 – Presença da delegação de Nord Pas-de-Calais – Escola de Minas:
1. Hasteamento das bandeiras de Minas Gerais e Nord Pas-de-Calais com a Banda da Polícia Militar de Minas Gerais;
2. Coroa de flores no busto de Gorceix;
3. Abertura da exposição “Gorceix – 90 anos depois”.
15:00h – Lançamento do folder bilíngue dos Museus de Ouro Preto e Lançamento do Manifesto (Memorial a Tiradentes) inspirado na Revolução Francesa – Casa dos Contos.
17h30 – Lançamento do livro “A Presença Francesa no Brasil” – Casa FIEMG.
18:00h – Comida de Bistrot.
19:00h – Exposição “Caminhos da Fé” – Jacques Boulieu – Casa FIEMG.
20h30 – Grande espetáculo com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra de Sopros (Fanfare du Nord Pas-de-Calais) e Bibi Ferreira cantando Piaf – Praça da Universidade.
Dia 21 – terça-feira
Cerimônia de Entrega da Medalha da Inconfidência – Praça Tiradentes.
Jornal da JPSDB-DF 15 Abril 2009
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Jornal do PSDB-DF 1

Jornal do PSDB-DF 2
O BENEFÍCIO DAS PRÉVIAS OU ELEIÇÕES PRIMÁRIAS! 4 Abril 2009
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Por César Maia
1. Este Ex-Blog já comentou sobre a analogia que Paul Lazarsfeld -Universidade de Colúmbia, anos 30, que deu caráter cientifico às pesquisas de opinião eleitoral- fez entre campanhas e fotografias (de sua época). Ele diz que a campanha se divide em duas fases: a pré-campanha e a campanha propriamente, os 60 dias finais. É como a fotografia, diz: quando se tira, impregna-se a imagem no celulóide e isso é a pré-campanha. Quando se revela, vai à câmara escura e com lavagem química se mostra a foto. E isso é a campanha.
2. Lazarsfeld diz que sem pré-campanha a campanha é uma loteria: NÃO HÁ IMAGEM A REVELAR. Hoje, diríamos: a campanha fica submetida à lógica publicitária e não à política.
3. As prévias vêm se generalizando a partir das clássicas primárias dos Estados Unidos. Nelas os candidatos se apresentam, discutem suas visões e propostas preliminares, ganham visibilidade, se aproximam de seus eleitores ou de suas bases e se apresentam a todos, iniciando o processo de conquista. Hoje, dezenas de países usam esta prática.
4. Se num partido há desistências e fica um só candidato, o próprio processo não concluído cumpre, no mínimo, a função de expor o candidato e dá-lhe mais visibilidade. Inevitavelmente passará a ser convidado para reuniões e palestras para se conhecerem suas ideias. No Brasil ocorre o pior dos mundos. A inevitável pré-campanha é feita com disfarce dos candidatos, inaugurando obras, sendo apresentado (a) como provável candidato (a), com cobertura da imprensa, etc.
5. O mais orgânico seria introduzir o sistema de prévias. Para isso, a lei ou o próprio TSE, acionado, poderia regulamentar (oferecendo alternativas quanto a prévias abertas ou fechadas), estimulando com isso, uma pré-campanha vertebrada. Sem essa regulamentação, muito dificilmente os partidos usarão prévias. Na melhor hipótese, tem antecipado informalmente as convenções, às vezes até abrindo um pouco o universo dos votos, além dos delegados oficiais. Não basta.
JPSDB-PERNAMBUCO realiza III reunião do ano e faz balanço do I trimestre 2 Abril 2009
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JPSDB
Foi realizada neste último domingo (29 de março), a terceira reunião estadual da JPSDB de Pernambuco do ano corrente. Em pauta o balanço das ações do I trimestre de 2009, que foi bastante positivo para a Juventude tucana estadual, “Acredito sem dúvida alguma, que tivemos o melhor trimestre da história da JPSDB-Pernambuco, começamos com uma reunião estadual em fevereiro, com um número de municípios presentes, nunca alcançado em outras reuniões, logo após fizemos nossa ação de carnaval nas ladeiras de Olinda, com a distribuição de mais de 700 unidades de camisinhas para os jovens que ali passavam, depois uma positiva reunião onlinne pelo MSN/Conversa em grupo, agora somada a essa última reunião estadual, temos o resultado de 3 reuniões em 3 meses, e finalizando nosso trimestre, por iniciativa da JPSDB-PE, efetuamos a I reunião da Juventude, da antiga “União por Pernambuco”, com as juventudes partidárias, que fazem oposição aos governos nos níveis estadual e federal, onde contamos com a presença da JPPS-PE, JDEM-PE e nós da JPSDB-PE, e isso é só o começo!”.. Completou Raffiê Dellon, que é presidente municipal da JPSDB-Caruaru.
Vereadora promove curso e traz liderança tucana de São Paulo a Rondônia 1 Abril 2009
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Convite
Em atendimento a convite da vereadora Mariana Carvalho (PSDB), o deputado estadual pelo estado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), neto do ex – governador Paulista Mário Covas, e Wesley Goggi, secretário nacional de formação política da Juventude do Partido da Social Democracia Brasileira, visitam Rondônia neste final de semana.
Os dois tucanos participam em Porto Velho da solenidade de lançamento do curso de Formação Política a Distância Professora Ruth Cardoso – E Lap, que acontece na manhã deste sábado, a partir das 9h, no auditório da Faculdade Fimca. Bruno Covas já visitou a capital rondoniense no ano passado, para participar do lançamento da campanha da então candidata Mariana Carvalho para a Câmara Municipal.
Mariana Carvalho, que é presidente da Juventude do PSDB do Estado de Rondônia informa que esse curso é realizado graças à parceria entre a ala jovem da sigla partidária e o Instituto Teotônio Vilela. “Antes as aulas eram presenciais, mas agora com a expansão da Internet, vamos aproveitar a tecnologia em prol da educação”, declarou a parlamentar, que ocupa o cargo de secretária nacional de políticas públicas para as mulheres jovens do PSDB
Para Wesley Goggi, a Executiva Nacional mostrará como a internet, a formação política e a comunicação são ferramentas essenciais para construção de uma juventude partidária sadia e atuante. “É muito importante contarmos com representantes de Rondônia nesse novo investimento” destaca Wesley que é o coordenador do e-lap. Segundo ele, depois desse curso, outras novidades deverão ser lançadas pelo Instituto Teotônio Vilela que sempre investe na formação de novas lideranças políticas.
Fotos do Lançamento do e-LAP no Pará 1 Abril 2009
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Wesley Goggi e Simão Jatene

Reunião de Trabalho na Sede do PSDB com Wesley Goggi ( Coordenador de Formação Politica da JPSDB Nacional

Raimundo Rodrigues, Pesidente da JPSDB no Pará

Público presente ao Lançamento do e-LAP em Belém

Para o deputado Ítalo Mácola, Vice - Presidente da A ssembléia Legislativa do estado,o futuro do PSDB está nas mãos das mulheres e da juventude

O ex-governador Simão Jatene ministrou a aula inaugural do e-LAP no Pará

O Deputado Estadual José Megale, líder da oposioção na Assembléia, falou sobre os desafios do PSDB

O e-LAP, Curso de Formação Política Professora Ruth Cardoso, foi lançado em Belém

Ex-Governador Simão Jatene e a Juventude Tucana

Almoço da JPSDB-PA com o Coordenador de Formação Política da JPSDB Wesley Goggi

Abertura de Solenidade do Lançamento do e-Lap
A programação de lançamento do e-Lap no Pará foi um sucesso. Iniciou-se no sábado pela manhã (28/03) com uma reunião de trabalho entre a executiva estadual da JPSDB/PA e seus membros juntamente com o Coordenador de Formação Política da JPSDB Nacional Wesley Goggi. Na ocasião foram discutidos assuntos relativos a instalação do e-Lap no Estado bem como o cenário político nacional da JPSDB. Logo após esta reunião, o presidente estadual da JPSDB/PA, Raimundo Rodrigues da Silva ofereceu aos presentes um almoço e convidou a todos para a solenidade oficial de lançamento do e – LAP que aconteceu no período da tarde no auditório João Batista , da Assembléia Legislativa do Estado do Pará com aula magna ministrada pelo ex- governador do Pará Simão Jatene.
À tarde o ex-governador do Pará, Simão Jatene, ministrou aula inaugural do Laboratório de Aprendizagem Política da JPSDB (e-LAP) na região norte, uma parceria do Instituto Teotônio Vilela com a Juventude Tucana.
“Em um país com a dimensão do Brasil e numa região com as dimensões e as desigualdades do Estado do Pará, se não utilizarmos todos os recursos tecnológicos não conseguiremos cumprir nosso papel na sociedade”, afirmou Jatene para um grupo de jovens do PSDB, no auditório da Assembléia Legislativa do Estado do Pará.
O e-LAP, que leva o nome da ex-primeira dama Ruth Cardoso, foi lançado no dia 17 deste mês em Brasília. Até o final do ano, 500 jovens devem participar do curso de formação que, pela primeira vez, será realizado à distância. “Os alunos que se destacarem poderão se tornar tutores das próximas turmas”, destacou o coordenador nacional de formação política da Juventude Tucana, Wesley Goggi.
O objetivo do Curso de Formação Política “Professora Ruth Cardoso” é estimular o jovem a ocupar seu lugar na política do País, e fomentar a participação do jovem no debate político. “A política em si foi feita para o jovem”, afirmou Wesley Goggi.
Para ele, os jovens têm, na sua essência, o espírito da mudança, e precisam ser capacitados. “Antes, o jovem tinha um inimigo comum: a repressão. Hoje, o inimigo que enfrentamos são as desigualdades sociais”, explicou. “Para melhorar a política, há somente um remédio: participar dela, exercendo sua responsabilidade como cidadão”, defendeu Goggi. “O público-alvo não é apenas a juventude do PSDB, mas toda a sociedade brasileira”.
Belém foi escolhida para sediar o lançamento do e-LAP na região Norte pela forma atuante com que a Juventude Tucana vem se desenvolvendo no Estado. “A JPSDB do Pará é uma referência para todo o Brasil”, afirmou André Santos, secretário de Relações Institucionais da JPSDB nacional.
“Depois de pouco mais um ano de trabalho, a JPSDB já está em 27 municípios, e em toda as regiões do Pará”, tendo um crescimento significativo em nossa gestão, comemorou o
presidente da Juventude Tucana no Pará, Raimundo Rodrigues. “O e-LAP chega num momento propício para nos preparar para o grande desafio de 2010″ e mostra mais uma vez o compromisso que nossa gestão tem para com os jovens tucanos do Pará, afirmou.
O vereador Anderson Dias, presidente da Câmara Municipal de Marapanim, município do nordeste paraense e Coordenador de Mobilização da JPSDB/PA, comemorou o lançamento do e-LAP no Pará. Para ele, o curso é uma ferramenta para “trabalhar a conscientização cidadã dos jovens, a quem toda a política interessa”.
Para o ex-deputado Nicias Ribeiro, Secretário Geral do PSDB do Pará, o e-LAP vai ajudar na construção do país do futuro. “A juventude é importante porque não se faz política olhando para trás”, disse Nicias, que também defendeu a maneira transparente de fazer política do PSDB: “a diferença do PSDB para os outros partidos é que
pensamos no amanhã, mas com os pés no chão. Como diz o ex-governador Simão Jatene: ‘existem pessoas que querem o poder para ter. Nós queremos para fazer’”, afirmou.
O deputado Ítalo Mácola, Vice – Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Pará disse que o e-LAP é mais uma demonstração do pioneirismo do PSDB no Pará. “O partido fez uma revolução neste Estado, durante os 12 anos que o governou. A força política de realizar o nosso sonho está nas mãos das mulheres e da juventude”.
O papel combativo do PSDB como oposição responsável, foi destacado pelo líder do PSDB e da oposição no estado, deputado José Megale: “estaremos firmes em todos os momentos, na busca de retomar o papel do PSDB no Estado do Pará”, afirmou.
AULA INAUGURAL – O ex-governador Simão Jatene foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do encontro, que o saudaram como o candidato do PSDB ao governo do Estado do Pará.
Na sua aula inaugural, que teve como tema “A importância da Formação Política da Juventude”, Jatene ressaltou a importância de que cada jovem perceba que o e-LAP é uma ferramenta fundamental. “O avanço da informática pode abrir as portas para efetivar a verdadeira democracia participativa”, ensinou.
Segundo Jatene, o curso de formação política chega para ser “não apenas um instrumento para troca de informações, mas para cumprir um papel pedagógico”. O ex-governador explicou que, para cumprir a tarefa de romper com as amarras do cidadão, e ser um instrumento de libertação, a política deve também “capacitar o cidadão para que ele construa seus limites individuais e coletivos”.
“O partido é, acima de tudo, um educador coletivo, e o e-LAP vai nos ajudar a recuperar o sentido da política como elemento fundamental na construção da sociedade”, concluiu Simão Jatene.
SERVIÇO: Para participar do e-LAP, basta acessar o endereço http://e-lap.eduead.com.br. O curso é gratuito, está divido em 10 módulos e tem a duração aproximada de três meses. Os participantes receberão certificado ao final do curso, e os alunos que mais se destacarem podem se tornar tutores.
Reportagem e texto: Cláudio Rocha – Agência Tucana – Pará e Vanessa Danielle – ( Coordenadora de Comunicação da JPSDB/PA).
















