Miriam Leitão entrevista o governador de Minas Gerais, Aécio Neves 6 Junho 2008
Posted by Gabriel de Azevedo in JPSDB, PSDB, Vídeos.trackback
Em pauta, investimentos, economia, briga com o PT, desmatamento da Mata Atlântica, entre outros assuntos. A gravação ocorreu no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do Governador de Minas Gerais.
Para assistir, clique aqui.

Confira a seguir os principais trechos:
“Ninguém é candidato à presidência da República porque resolveu ser candidato a Presidência da República”.
“A grande contribuição que a minha geração de homens públicos deve dar ao país é inserir mecanismos de qualidade na gestão pública”.
“Não faltam ao Brasil candidatos a presidente da República, o que falta é um projeto de Brasil, hoje”.
“O governo que está no poder não tem um projeto de Brasil”.
“Eu acho que nós [os tucanos] temos um projeto muito mais afirmativo que este que está aí, que passa pela modernização da nossa economia, que passa pelas reformas estruturais, que o Presidente Lula teve oportunidades [para realizar] que nenhum outro presidente teve”.
“A reforma política esteve no seu discurso de campanha [do Presidente Lula] e não esteve na sua ação de governo, no momento em que começou a contrariar alguns aliados políticos”.
“Você só viabiliza reformas estruturais no Brasil, (…) se o poder executivo estiver a frente.”
“O presidencialismo, no Brasil, é um presidencialismo quase monárquico”.
“[A criação da CSS] é um atropelo à própria reforma [tributária]”.
“A responsabilidade dele [Presidente Lula] é enorme [pelo não acontecimento da reforma tributária]”;
“Não falo de terceiro mandato [para o Presidente Lula], eu acho que isso está fora da agenda do Brasil.”
“Essa perspectiva da volta em 2014, leva o presidente a não querer criar conflitos com ninguém. Nem com aqueles que são da sua base hoje e aí a reforma política fica num plano secundário, nem com setores do cenário nacional e, aí, você não discute também a reforma previdenciária”.
“Eu acho que ele [o Presidente Lula] prefere continuar surfando, e uma opção que ele fez e eu tenho de respeitar, no crescimento da economia, muito desse crescimento, obviamente, em razão da situação internacional e de alguns acertos internos que eles tiveram ao seguir as linhas gerais daquilo que herdaram. A bendita herança do governo do PSDB”.
“Nós chegaremos a 2011 sem um pé de mata nativa sendo [desmatada e] utilizado para o ferro gusa”.
“Nenhum estado brasileiro tem um número de reservas ambientais como nós temos em Minas.”
“Aqui em Minas, nós temos avançado muito na produção de etanol com planejamento e em terras degradadas, e ao mesmo tempo nunca crescemos tanto na produção de grãos”.
“Há também um forte viés ideológico que tem criado ou estimulado aqui, sobretudo na América Latina, governos que não primam ou que não tem nos preceitos da liberdade e da democracia suas marcas mais fortes. Hugo Chavéz também, esse talvez seja o mais emblemático deles”.
“O Brasil deveria ter um posição mais firme ou até mesmo de condenação a algumas práticas que não podem contaminar a nossa região”.
“Do ponto de vista da política regional, o Brasil tem errado e tem dado força, e estimulado (…) governos que tem tomado posições que deveriam publica e firmemente serem condenadas pelo Brasil.”
“Eu queria ver um negro de origem muçulmana sendo pela primeira vez Presidente do Estados Unidos”.
“A lógica é que os Republicanos são melhores para nós e para América latina”.
“[A subida da taxa de juros] certamente que tem impactos no crescimento”.
“Faltou a porta de saída [ao programa Bolsa-Família].”
“O governo não planeja. O governo governa mal.”.
“O objetivo do Bolsa-Família deveria ser algo transitório. O Brasil, no futuro, não deveria estar comemorando mais dois milhões de pessoas ou de famílias que entraram no programa, mas o contrário, mais dois milhões de pessoas que saíram do Bolsa-Família”.
“Num eventual governo do PSDB, haverá um forte planejamento investimento para emancipar essas famílias”.
“Amo o Rio de Janeiro. Esse um defeito que tenho de confessar a todos os Brasileiros. E com o tempo esse defeito aumenta cada vez mais”.
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