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PSDB Eleições 2008 15 Setembro 2008

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Nas eleições municipais deste ano, o PSDB manteve a mobilização entre os seus militantes, como ocorreu em eleições passadas. A determinação dos tucanos permitiu o registro de 30.725 candidatos a prefeitos e vereadores no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PSDB concorre em todo o País com 1.702 candidatos a prefeito e 29.023 a vereador.

Em 2004, o PSDB elegeu 44,84% de seus inscritos. O resultado daquelas eleições mostra a capacidade de articulação dos tucanos e o potencial de representação do PSDB em todo o País. Este ano não será diferente.
O Brasil é um país com 27 Unidades Federativas e ampla diversidade política, permitindo cenários partidários variados. Esta riqueza faz com que surjam peculiaridades regionais que precisam ser respeitadas. Assim, o PSDB surge nas eleições 2008 coligado a diversos partidos, mas sempre preservando sua identidade e as suas propostas políticas.

Nosso partido concorre com candidaturas próprias em 11 capitais: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Salvador, João Pessoa, Maceió, Teresina, São Luís, Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco.

Os tucanos disputarão também em 40 cidades com mais de 200 mil eleitores, onde poderá haver segundo turno. Em todo o País, o PSDB está presente com 1.397 candidatos a vice-prefeitos com candidaturas próprias ou coligação.
 
Faremos uma campanha convictos da nossa capacidade de vitória em várias capitais e centenas de cidades brasileiras de norte a sul, assim como da possibilidade concreta de aumentar a sua presença nas Câmaras de vereadores.

As eleições municipais de 2008 darão aos militantes e aos eleitores do PSDB uma nova perspectiva eleitoral para o futuro.

Para oferecer uma ampla gama de serviços aos candidatos, informações aos eleitores e à imprensa em geral, o PSDB coloca à disposição este site. Aqui, além de notícias dos candidatos, há informações sobre as melhores práticas do partido em dezenas de cidades brasileiras, entrevistas, assistência jurídica e de marketing.  

Existem dois caminhos de acesso, no primeiro basta digitar www.psdbeleicoes2008.org.br. Ou então entrar no site do partido, www.psdb.org.br, e clicar no banner PSDBELEIÇÕES 2008.

 

O petróleo continuará nosso 8 Setembro 2008

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Por Fernando Henrique Cardoso

Não faz muito tempo, chamei a atenção nesta coluna para os desafios postos pelas descobertas de petróleo no pré-sal e para a necessidade de haver convergência de opiniões que permita, se for o caso, mudanças nas leis que regulamentam sua exploração. Mencionei mesmo a possibilidade de se utilizar os recursos gerados para resolver os problemas educacionais, trocando-se “minérios por neurônios”.

Agora, com o governo capitaneando o alarido, volta-se ao velho refrão: o petróleo é nosso. Entretanto, desde a primeira lei sobre petróleo, de 1953, que respondeu aos justos anseios do que chamávamos de “emancipação nacional”, até a mais recente, enviada ao Congresso por meu governo em 1997, o petróleo jamais deixou de pertencer ao povo brasileiro, por intermédio da União. A diferença entre as duas leis é que, na primeira, a exploração se dava sob exclusividade da Petrobras, enquanto na segunda ela se dá por várias empresas, inclusive a Petrobras, sob regime de concessão e sob regulação da Agência Nacional do Petróleo, a ANP. Não há dúvidas quanto a que a União detém e continuará a deter o monopólio do subsolo.

Qual a razão, então, para o recente surto de “o petróleo é nosso”? É que agora os neonacionalistas querem criar outra empresa estatal, alegando que a Petrobras carreará os lucros da exploração do pré-sal para mãos privadas e, horror máximo, algumas delas estrangeiras. Há razões para um debate sério sobre como utilizar melhor as reservas do pré-sal, mas a exaltação falsamente nacionalista não é o melhor caminho. Diante da provável imensidão das reservas, há questões objetivas a serem enfrentadas. De onde virão os recursos para explorar um óleo que se encontra a 300 quilômetros da costa e a mais de 6 mil metros de profundidade? Hoje o barril de petróleo está acima de US$ 100, continuará nesse patamar? Qual o custo de extração do pré-sal e, portanto, qual o preço de mercado compatível com sua utilização? Só para explorar as primeiras reservas descobertas, fala-se, com exagero, em US$ 600 bilhões no período de 10 anos. Trata-se de muito dinheiro; terão o Tesouro e a Petrobras recursos suficientes para tanto?

Essas são as primeiras avaliações, mas se supõe existir um manancial que pode ser algumas vezes maior. Só novas e dispendiosas perfurações confirmarão a extensão dos achados. Há tempo, portanto, para ampliar o debate. Ele não deve circunscrever-se ao governo e aos interessados economicamente; precisa envolver a sociedade civil, os técnicos e até mesmo considerar a visão de especialistas de fora do país.

Será necessário mudar o marco legal vigente? Olhando o êxito das descobertas no pré-sal e a quase autonomia petrolífera alcançada depois do fim do monopólio estatal, a resposta seria não. Há, contudo, pontos duvidosos. A lei vigente permite aumentar a taxação de várias formas e mesmo elevar o limite de 40% na chamada “participação especial”, que se aplica aos campos com grande volume de óleo e alta rentabilidade. Diante do volume dos novos campos, isso talvez seja insuficiente. Se o for, há pelo menos dois caminhos: aumentar por decreto presidencial esse limite específico ou mudar a regra, transformando em regime de partilha o regime de concessão de exploração (no qual a empresa concessionária, a Petrobras ou outra qualquer, arca com os investimentos, paga as taxas e impostos e fica com os lucros). Na partilha, comprovada a descoberta e feita a extração, a União indeniza os custos às empresas, retém o petróleo e faz com seus lucros o que melhor lhe aprouver.

E há ainda a possibilidade de um sistema misto, mantendo-se o sistema atual para os contratos vigentes e para as reservas fora do pré-sal e instituindo o novo para as reservas dentro do pré-sal. Complicador adicional: mantido o sistema de concessões no pré-sal, haverá a possibilidade de que as empresas “suguem” petróleo além do existente nas reservas concedidas, se houver petróleo em áreas contíguas de posse da União ou já concedido a outras empresas. Será necessário, portanto, que a ANP defina uma regra para resolver o caso, conforme prevê a lei atual.

Mesmo que se admita a necessidade de revisões legais (por exemplo, para redefinir o percentual de participação dos municípios) e que se tome em consideração a eventualidade de um regime de partilha, não seria função da ANP contratar (sempre em regime de licitação pública, espero) as empresas que fariam a exploração? E não é possível que os resultados financeiros fiquem à disposição de uma conta no Tesouro Nacional - um fundo soberano - que cuidará de evitar fluxo de recursos na economia que valorize o real ainda mais e provoque dificuldades para a continuidade da industrialização? Por que então sonhar com um pesadelo, uma estatal inútil? A não ser que se pense na partilha política dela e nos cabides de emprego que possa criar.

Há outras idéias arriscadas no ar. Por exemplo: vender as reservas ao mercado financeiro por antecipação (fazer a chamada “securitização”) e gastar o que ainda não se materializou, o que equivaleria a endividar o futuro do país. A verdadeira solução norueguesa não se resumiu a uma estatal não operativa, mas essencialmente em criar um mecanismo para colocar no exterior os resultados financeiros da exploração do petróleo, limitar os gastos aos rendimentos obtidos e, ao mesmo tempo, incentivar a indústria local de equipamentos e derivados petrolíferos.

Não há dúvidas, portanto, de que o pré-sal abre excelentes oportunidades para o futuro do país. Pode mesmo ser necessário algum ajuste no marco legal. É louvável a preocupação com o destino da renda futura, que se bem aplicada (na educação e na expansão da industrialização, por exemplo) equivalerá à nova “emancipação nacional”, reduzindo o desemprego, a ignorância e a pobreza. Mas tudo terá de ser feito às claras, sem clima eleitoreiro, sem mais clientelismo e falso nacionalismo, que confundem os interesses da nação com os da burocracia estatal ou de partidos. O Brasil merece respeito, convém lembrar no dia de hoje.

Ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso é sociólogo

Um concorrente de peso para Beto Richa 7 Agosto 2008

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O cara é parada dura…

Bruno Covas visita JPSDB do Pará 30 Julho 2008

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O Presidente Nacional da JPSDB, Bruno Covas, e o Secretário-Geral, Geovani Pereira, estiveram no Estado do Pará no dia 22 de julho, onde continuaram a agenda de viagens programada pela Executiva Nacional. Na chegada foram recepcionados por Raimundo Rodrigues, Presidente Estadual da JPSDB/PA, André Santos, Coordenador de Relações Institucionais da JPSDB Nacional e André Neri, Secretário-Geral, em exercício da JPSDB/PA.

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A agenda do presidente em solo paraense foi bastante movimentada e se iniciou num encontro com a juventude tucana do município de Abaetetuba, distante 110km da capital. Vale ressaltar que o município foi escolhido pela Coordenação Estadual da JPSDB, em virtude da repercussão nacional e internacional do fato da adolescente “L” de apenas 15 anos ter ficado durante 25 dias presa numa cela com 20 detentos, fato este, que demonstrou para o mundo o total despreparo da atual Governadora Ana Júlia Carepa do PT para lidar com a questão da segurança e da juventude.

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Num segundo momento a comitiva reuniu-se ainda com a candidata a prefeita pelo PSDB Francinete Carvalho e com o candidato jovem a vereador Gabryel Moraes, atual Coordenador Regional do Baixo Tocantins da JPSDB/PA.

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Dando continuidade a agenda, a comitiva seguiu para entrevista ao Jornal “O Liberal”, jornal de maior circulação no Estado e para um encontro com o Senador Flexa Ribeiro, Presidente Estadual do PSDB, na ocasião o presidente Bruno Covas reforçou o pedido de apoio aos candidatos jovens a vereador em todo o Estado do Pará.

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Em seguida o grupo se deslocou para o município de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, onde reuniu-se com cerca de 200 jovens presentes ao evento, que contou ainda com a participação do candidato a prefeito do município, pelo PSDB, Dep. Estadual Manoel Pioneiro e do candidato jovem a vereador Professor Júnior, atual Presidente da JPSDB/Ananindeua.

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Como último compromisso da agenda na capital paraense, o Presidente e o Secretário realizaram uma reunião com a Executiva Estadual da JPSDB/PA e candidatos jovens da área metropolitana de Belém na sede do Diretório Estadual, tendo como destaque o candidato jovem a vereador na capital Bruno Carvalho, Coordenador de Formação Política da JPSDB/PA.

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Bruno Covas e Geovani Pereira avaliaram com positiva e produtiva a agenda no Estado do Pará, destacando o Pará como maior força do PSDB na região norte do país.

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Segundo o Presidente Estadual da JPSDB/PA, Raimundo Rodrigues pela primeira vez a juventude tucana no estado lança candidatos a vereadores comprometidos com a causa da juventude nas eleições de 2008. Ao todo a JPSDB lançou 21 candidatos a vereadores jovens, inclusive na capital, contando com o apoio do Senador Flexa Ribeiro para o fortalecimento da juventude tucana no Estado.

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Bruno Covas quer políticas públicas para jovens 30 Julho 2008

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Publicado originalmente no jornal O Liberal (23/07/2008).

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André Santos, JPSDB-PA, Raimundo Rodrigues, JPSDB-PA, Bruno Covas, JPSDB-SP, André Neri, JPSDB-PA, Geovani Pereira, PSDB-MG

O presidente nacional da Juventude do PSDB, Bruno Covas, esteve ontem em Belém para estimular a participação de jovens na legenda. No Pará, 21 candidatos à vereança fazem parte do movimento da juventude.

‘O nosso objetivo é aumentar o número de jovens nas capitais, estreitando os laços políticos dos secretariados, e principalmente, inserir nos projetos de governo de nossos candidatos municipais políticas públicas voltadas para juventude’, afirmou o deputado estadual de São Paulo, Bruno Covas.

Neto do ex-governador paulista Mário Covas, Bruno defendeu ontem o fortalecimento dessas ações em todo país. ‘Meu avô é tudo para mim, foi um exemplo dentro de casa de que é possível fazer política com honra, ética e seriedade’, afirmou.

A comitiva de Bruno já passou pelas cidades de Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Porto Velho e Manaus. E pretende até meados de setembro passar por outras dez capitais brasileiras. No Pará, além da capital, eles visitaram os municípios de Abaetetuba e Ananindeua. Também participaram de reuniões com o senador paraense Flexa Ribeiro e a candidata a prefeita Valéria Pires Franco (DEM).

‘O nosso objetivo também é alinhavar nossa plataforma política sobre a juventude já pensando nas eleições presidenciais de 2010′, disse

Um jovem tucano na Prefeitura de Americana 29 Julho 2008

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Diego De Nadai, o candidato do PSDB em Americana-SP

Diego De Nadai representa a renovação da política de Americana. Simples e de sorriso fácil, carrega consigo a certeza de que este é o momento de se apresentar como candidato a Prefeito de Americana. Jovem, capaz e realizador de grandes conquistas para a cidade, têm a segurança de ter ao seu lado homens como Dr. Seme Calil, seu vice-prefeito, e o deputado federal Vanderlei Macris.

Sua paixão por Americana é notória e sua preocupação em garantir sempre a qualidade de vida que a população merece vem sendo demonstrada em sua vida pública. Nascido em 31 de Janeiro de 1980, ao lado dos pais, Oswaldo e Maria de Fátima, e dos irmãos Talita e Luis, Diego De Nadai vem construindo uma história de cumplicidade com a cidade.

Na família, ele encontra a segurança necessária para enfrentar as dificuldades impostas pela vida. Dos avós, Diego sempre recebeu sábios conselhos e, com isso, reuniu todos os valores que uma criança precisa para tornar-se um homem digno, correto e um cidadão responsável em seus direitos e deveres. Advogado, Diego sempre foi muito dedicado aos estudos e buscou em sua formação acadêmica uma profissão que pudesse lhe dar realização pessoal.

Começou a participar de reuniões político-partidárias ainda na adolescência e aos 20 anos, com o apoio da família e dos amigos, candidatou-se pela primeira vez ao cargo de vereador. Tornou-se, então, o vereador mais jovem da história do Legislativo americanense. Em 2004, Diego concorreu novamente ao cargo e foi o vereador mais votado daquela eleição. Candidato a deputado federal em 2006 obteve a expressiva votação de 36 mil votos. O resultado lhe garantiu a vaga de suplência na Câmara dos Deputados e consolidou seu nome como uma das principais lideranças políticas do município.

Experiente e preparado para ser prefeito, Diego De Nadai enfrenta agora novo desafio com muita esperança, fé e trabalho e sem perder, jamais, a simpatia e o carisma.

JPSDB-MA 28 Julho 2008

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Caro Gabriel,

semana passada estive no Maranhão a trabalho e aproveitei a
oportunidade para conhecer o pessoal da JPSDB de lá. Fizemos uma
reunião muito produtiva. O pessoal está super motivado na campanha de
João Castelo para a prefeitura da Capital São Luis, que conforme
pesquisas aparece em primeiro lugar com 60% de intenção de votos.

Forte abraço,
Miguel Alvarenga Fernández y Fernández
Secretário de PPJ da JPSDB Nacional

O candidato do PSDB de Belo Horizonte na internet 26 Julho 2008

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O candidato do PSDB de São Paulo na internet 26 Julho 2008

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O candidato do PSDB do Rio de Janeiro na Internet 26 Julho 2008

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O candidato do PSDB de Curitiba na Internet 26 Julho 2008

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Candidatos jovens menos interessados em concorrer 25 Julho 2008

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Candidatos jovens estão menos interessados em concorrer às eleições em todo o país quando são comparados os registros de candidaturas de 2008 e de 2006.. Segundo estatística do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há quatro anos foram 13.066 candidatos com idade entre 18 e 24 anos inscritos para a disputa. Este ano são 12.177, um decrécimo de 7,3%.

Se por um lado o número de candidatos jovens diminuiu nos últimos quatro anos, por outro a quantidade de pedidos de registro para candidatos com idade superior a 60 anos apresentou crescimento de 11,4%, passando de 26.705 em 2004 para 29.750 este ano.

Como a legislação não prevê idade máxima para que um cidadão possa se candidatar a cargos eletivos, este ano há 24.943 pedidos de registro de pessoas com idade entre 60 e 69 anos, outros 4.378 na faixa etária de 70 a 79 anos e 429 possíveis candidatos com idade superior aos 79 anos.

De acordo com a Constituição Federal, candidatos com idade entre 18 e 20 anos só podem concorrer a cargo de vereador. Já os jovens com idade acima de 21 anos podem ser candidatos para os cargos de prefeito e vice-prefeito.

Entrevista com o Senador Eduardo Azeredo 24 Julho 2008

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Artigo do Senador Eduardo Azeredo 24 Julho 2008

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Sobre a proposta de combate aos cibercrimes

Senador Eduardo Azeredo (*)

O Senado aprovou, no último dia 09, a proposta que tipifica e determina punições para os crimes cometidos com o uso das tecnologias da informação. O texto, aprovado em forma de substitutivo de minha autoria, modifica cinco leis brasileiras para que possam abranger 13 novos crimes, entre eles, difusão de vírus, guarda de material com pornografia infantil, roubo de senhas, clonagens de cartões e celulares.

Entretanto, na incompreensão de que uma lei dessa natureza é necessária para o país, algumas informações distorcidas, equivocadas e apelativas têm sido divulgadas pela imprensa e pela própria internet. Fala-se em controle de usuários, cerceamento da liberdade de expressão e censura. Nada disso é verdade. Também não há “criminalização generalizada” de usuários.

O primeiro equívoco diz respeito à lei penal. Tudo o que está na lei penal é “doloso”, (artigo 18 do Código Penal). O que acontece por negligência, imperícia ou imprudência é “culposo” e só será crime se estiver expressamente tipificado como tal na lei (parágrafo único do artigo 18 do Código Penal). No Projeto de Lei de Crimes de Informática não há nenhum crime culposo e, portanto, não existem milhões de pessoas atingidas pela proposta, apenas algumas centenas de delinqüentes, que usam a informática para praticar seus crimes.

A lei penal também trata da exceção, ou seja, do crime. No Código Penal (artigo 23) existe a “Exclusão da Ilicitude”. Diz o texto que “não há crime quando o agente pratica o fato em estrito cumprimento de dever legal (polícia, MP, procurador, advogado, juiz médico legal) ou no exercício regular de direito (entrar em casa, entrar na empresa onde trabalha, usar o celular de que é titular, usar o computador que usa na escola, no emprego etc.)”. De novo, serão atingidos pela lei apenas algumas centenas de criminosos que se utilizam de informática em seus delitos – muito diferente do que vem sendo divulgado.

E não é demais lembrar que, se alguém entender que houve crime, tudo correrá em um processo legal, proposto por um lado e defendido pelo outro, por advogado especializado em direito penal e que chegará às mãos de um juiz conhecedor de direito penal.

Ou seja, não há clima policialesco, mantido por provedores ou quem quer que seja. A proposta determina que os provedores guardem apenas dados de CONEXÃO – hora de on e off e número de IP – e que os repassem, mediante solicitação, à autoridade investigatória. Os provedores também deverão repassar denúncia DE QUE TENHAM SIDO INFORMADOS (por usuários que se sintam lesados), para a autoridade competente. O provedor não é um dedo-duro, mas um colaborador das investigações.

O projeto tramita há uma década. Foi aprovado pela Câmara em 2003 e seguiu para o Senado (PLC 89/2003), onde foi apensado a outros dois projetos (PLS 76/2000 e PLS 137/2000). Depois de cinco anos, a proposta – relatada por mim nas Comissões de Educação (CE), Ciência e Tecnologia (CCT) e Constituição e Justiça (CCJ), e pelo Senador Aloízio Mercadante na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) - foi aprovada como substitutivo.

De sua discussão, participaram advogados especializados, juízes, desembargadores, policiais, analistas de sistemas pós-graduados e certificados. Além disso, o fiz várias palestras sobre o assunto no Brasil e fora do país. Foram realizadas três audiências públicas no Senado e uma na Câmara. Portanto, não é possível aceitar também a crítica de que o projeto não tenha sido devidamente debatido.

É preciso lembrar que as tecnologias da informação avançam rapidamente e, na mesma velocidade, avançam os crimes com elas praticados. A lei que se propõe visa punir, única e exclusivamente, esses criminosos. O bom usuário pode e deve ficar tranqüilo.

(*) Engenheiro mecânico com especialização em informática, Senador pelo PSDB de Minas Gerais.

Juventude Tucana se reune no Mato Grosso 23 Julho 2008

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Satiagraha volta a chegar perto de Lula 22 Julho 2008

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Não bastasse o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, agora outro personagem próximo do círculo do presidente Lula aparece nos desdobramentos da Operação Satiagraha, que passa a ser presidida a partir desta terça-feira pelo delegado Ricardo Saadi. Segundo a Folha (para assinantes), o publicitário Guilherme Martins, o Guiga, recebeu R$ 255 mil da Brasil Telecom em 2005, quando a empresa era controlada pelo Opportunity, para buscar informações sigilosas que pudessem prejudicar Daniel Dantas. O pagamento está na auditoria feita pelos novos controladores da BrT. Guiga telefonou para Greenhalgh e pediu que ele mantivesse contato com o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, para tratar do assunto. Guiga tem uma relação próxima com o governador da Bahia, o petista Jaques Wagner, que tem trânsito privilegiado no Palácio do Planalto.

Guerra lamenta morte de Célio de Castro 21 Julho 2008

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O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), lamentou a morte do ex-prefeito de Belo Horizonte Célio de Castro, falecido na manhã de ontem no hospital Mater Dei, na capital mineira, aos 76 anos.

N avaliação de Guerra, Minas Gerais perdeu um grande nome do cenário político. “Célio foi aclamado pelo povo mineiro por sua enorme preocupação com as necessidades da população, sempre atuando em favor dos direitos e da saúde do cidadão. Perdi um grande amigo e o país um de seus homens públicos mais íntegros e austeros no trato das questões públicas”, destacou.

JPSDB participa ativamente no Rio de Janeiro 21 Julho 2008

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O Secretário de Movimento estudantil secundarista do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro, participou da segunda reunião do Conselho Estadual de Juventude (COJUERJ), que é subordinado a Superintendência de Juventude que pertence a Secretaria Estadual de assistência social e direitos humanos.

Na reunião foram debatidas questões quanto à estrutura e funcionamento do Conselho, pois este esta sendo reativado. Mas vale ressaltar que o Conselho Estadual de Juventude foi implantado em nosso Estado durante o governo do PSDB tendo como governador o grande Marcelo Alencar.

No evento foram discutidas quais seriam os objetivos, as metas e a forma com a qual o Conselho Estadual de Juventude irá atuar, sempre tendo como meta principal a busca da melhor qualidade de vida dos jovens do nosso Estado, destacando a importância da JPSDB ter sido representada por meio de seu secretario Raphael Castro, pois isso traz uma maior respeitabilidade a nossa juventude ao ser percebida por instituições e ONG´s presentes em eventos como esse, alem dessas organizações passarem a ver, com a participação da JPSDB esta como uma amiga e parceira nessa caminhada à favor da juventude.

Raphael comenta o momento da juventude:

“A juventude tem passado por uma transformação, pois o que temos visto são os jovens dispostas a discutirem, debaterem e assim, definirem seus novos objetivos e caminhos. E o Conselho Estadual de Juventude esta sendo reativado com essa visão, e a JPSDB, que sempre teve como foco a luta pela juventude, não pode estar excluída dessa tendência, afinal, nosso lugar como tucanos é sempre na vanguarda”

VEJA: As novas fronteiras dos bilhões 20 Julho 2008

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Publicado originalmente na revista Veja (19/07/2008). Reportagem Especial. Link para a revista, cique aqui.

O Brasil entrou em um ciclo de desenvolvimento sustentável inédito em sua história e agora se posiciona  como protagonista global. VEJA lista os oito grandes negócios brasileiros no exterior e, em reportagem especial, conta como funcionam os oito mais dinâmicos pólos do crescimento interno

O Brasil passou por um ajuste profundo – e por vezes doloroso – em sua economia ao longo dos últimos quinze anos. O país abriu-se à concorrência internacional, equilibrou as contas públicas, privatizou estatais e, acima de tudo, debelou a inflação. Empresas fecharam as portas. Quem sobreviveu, no entanto, emergiu mais forte e competitivo. Como conseqüência, o país experimenta hoje a euforia de crescer no ritmo mais acelerado desde o “milagre econômico” dos anos 70 – e crescer de maneira sustentável. Nesta reportagem especial, VEJA mostra os desdobramentos dessa transformação. Primeiro, lista os oito grandes negócios internacionais realizados por megacorporações brasileiras – e o seu significado estratégico. São histórias de empresas vencedoras, que se tornaram líderes globais em sua área de atuação – em geral, na chamada “velha economia”, ou seja, setores industriais tradicionais, sobretudo ligados aos recursos naturais. O negócio que melhor simboliza esse fenômeno foi o anúncio, na semana passada, da criação da maior fabricante de cervejas do planeta, que será comandada por executivos brasileiros. Na seqüência, VEJA trata a fundo das transformações internas por que passa o país. Durante seis meses, uma equipe de oito repórteres reuniu dados e estatísticas e fez dezenas de entrevistas. Por fim, complementada por onze fotógrafos, saiu a campo para conferir as conseqüências da retomada do desenvolvimento. Percorreu 45 000 quilômetros Brasil adentro – porque agora o interior influencia os rumos do crescimento. Identificou os oito motores que fazem o país avançar e mostra as cidades que melhor souberam tirar proveito da atual fase de bonança para elevar o padrão de vida de seus habitantes.

ÉPOCA: Por que Lula entrou na crise 20 Julho 2008

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Publicado originalmente na revista Época (19/07/2008). Reportagem de Guilherme Evelin, Ricardo Amaral, Andrei Meireles e David Friedlander. Link para a revista, clique aqui.

A primeira reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à operação Satiagraha, deflagrada há duas semanas, foi positiva. Ele estava em Tóquio. Foi informado sobre a ação que levara o banqueiro Daniel Dantas à cadeia. Disseram-lhe que era “bastante consistente”. O informe seguinte, mais detalhado, já incorporava a avaliação de que a Polícia Federal cometera “certos exageros”. Ainda assim, o relato celebrava o mérito da ação no combate ao crime. Lula começou a ficar preocupado em seguida, com a descoberta de diálogos inconvenientes entre Gilberto Carvalho, seu secretário particular, e o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, um petista histórico atuando a serviço de Dantas. Na semana passada, avisado de que o delegado Protógenes Queiroz, chefe da operação, abandonara o caso vazando a versão de que fora pressionado a fazer isso, Lula decidiu entrar em ação. Deu uma maldisfarçada bronca pública no policial. Foi uma cena inédita, mesmo para um país que já viu de tudo em matéria de confusões políticas. Um presidente entrava em confronto com um delegado.

Sem conseguir esconder desconforto e irritação, Lula parou diante de uma multidão de repórteres e praticamente desafiou Protógenes – um delegado com extensa folha de serviços prestados à PF (leia mais sobre Protógenes) – a dizer de que lado estava a verdade. Disse que ele tinha o dever moral de continuar no caso, “a não ser que diga publicamente que não quer”, e que o delegado não pode “é vender insinuações à sociedade”. Protógenes deixou o cargo diante de um dilema criado para ele por seus superiores. Para continuar, deveria dar dedicação exclusiva à conclusão do inquérito e desistir de um curso que lhe renderia mais R$ 2 mil por mês. Protógenes optou pelo curso. O mais surpreendente foi a atitude de Lula. Não fica bem para um presidente dar palpite em público sobre o comportamento de funcionários de escalão inferior. O presidente nomeia seus auxiliares principais, dá ordens, demite. Lula sabe muito bem disso. Em quase seis anos de governo, ele procurou manter uma distância profilática em relação aos escândalos que envolveram seus assessores próximos e pessoas ligadas a ele.

Por que, então, Lula resolveu se envolver diretamente nessa história? De acordo com auxiliares e políticos que participam da rotina do presidente Lula, a reprimenda pública ao delegado de polícia foi motivada por três preocupações:

1) o desligamento de Protógenes poderia ser interpretado como um acerto subterrâneo para beneficiar Daniel Dantas e prejudicar a altíssima popularidade de Lula, seu bem mais precioso;

2) o receio de que a investigação se transforme num processo incontrolável, capaz de atingir o governo com a descoberta de auxiliares do presidente em movimentos para prestar favores ao grupo de Dantas;

3) o risco de que a confusão sirva para contestar a fusão das operadoras de telefone Brasil Telecom e Oi/Telemar, uma das prioridades do segundo mandato do governo Lula (clique aqui e leia mais).
Um deputado petista com trânsito no Palácio do Planalto relata que, desde que a crise deixou de ser um drama exclusivo de Dantas, Lula trabalha para aumentar o controle sobre as investigações da PF. Ele não quer confusão, porque sabe que a crise só tem um destino: aproximar-se do governo. Por isso, Lula reagiu tão mal ao que lhe dissera o ministro da Justiça, Tarso Genro: o próprio Protógenes passara a jornalistas a versão de que sofrera pressões de seus superiores para sair da investigação. Com seu conhecido talento para identificar a qualquer distância ameaças a sua popularidade, Lula primeiro deu a bronca em Protógenes. Na seqüência, tratou de desmenti-lo. Depois de ouvir de Tarso a garantia de que a gravação da reunião onde foi decidido o destino de Protógenes, entre ele e o comando da Polícia Federal, demonstraria que o próprio Protógenes decidira retirar-se da função, Lula aprovou a divulgação da fita. Essas ações procuraram evitar o desgaste da imagem do governo, transformando Protógenes de perseguido em desertor.

O governo parece ter vencido o primeiro lance com o afastamento do imprevisível delegado. Mas ainda há o inquérito da Operação Satiagraha. Como o trabalho de Protógenes beirou a clandestinidade dentro da própria PF, ninguém tem idéia de todas as conversas captadas pelas escutas telefônicas ou do material que os federais já capturaram. Amigos de Protógenes dizem que ele adotou na operação uma estratégia usada com freqüência por policiais e procuradores da primeira instância: excluir do inquérito gravações telefônicas e documentos relativos a quem tenha foro privilegiado, como ministros e parlamentares. Dessa forma, ele evitaria que o inquérito subisse para o Supremo Tribunal Federal (STF) e manteria o controle da apuração nas mãos de juízes e procuradores aliados.
Para ampliar o suspense, as operações de busca recolheram material com potencial de estrago ainda desconhecido. Eis o que ainda resta para a PF apurar:

  • um conjunto de discos rígidos de computador e CDs escondido atrás de uma parede falsa na biblioteca do apartamento de Dantas, como ÉPOCA antecipou na semana passada;
  • um bunker lotado de documentos na casa do investidor Naji Nahas, acusado de envolvimento nos crimes financeiros;
  • listas com o nome daqueles que teriam recebido dinheiro ou viriam a ser abordados com o mesmo propósito, encontradas no apartamento de Humberto Braz, o braço direito de Dantas (leia a reportagem).

No centro dos temores do governo encontra-se Luiz Eduardo Greenhalgh, petista do círculo de confiança de Lula. Desde a descoberta de que era alvo de investigação de Protógenes, que chegou a pedir sua prisão, Greenhalgh não dá entrevistas e conversa com poucos interlocutores. Aos amigos que perguntam se o governo deveria aguardar por novos constrangimentos por sua atividade como advogado de Dantas, Greenhalgh simplesmente responde que recorda pouca coisa sobre seus diálogos, o que deixa o PT apavorado. Lobistas, assessores parlamentares e veteranos políticos de Brasília sabem o risco que Greenhalgh representa para o governo.

Embora não seja definido como político desonesto, desses que desviam recursos públicos para a própria conta, ele tem uma incrível capacidade para fazer inimigos – mesmo carregando ainda a aura do passado na luta contra a ditadura. Desde a redemocratização, não foram poucas as confusões em que Greenhalgh se meteu. Ele foi apanhado com um cheque para o caixa dois da campanha de Lula em 1989, num episódio conhecido como caso Lubeca. Na época, o caso foi considerado um acidente de percurso num mundo político habituado a gastos por baixo do pano em qualquer legenda, para qualquer candidato.

O que se teme em Greenhalgh é sua autoconfiança excessiva, comportamento de quem costuma se considerar capaz de dar conta de tarefas que nem sempre estão a seu alcance – e que podem produzir problemas. “Ele é aquele tipo que adora aceitar missões que não pode cumprir”, diz um velho amigo. Foi assim quando aceitou disputar a presidência da Câmara dos Deputados, em 2005. Não tinha maioria de votos nem no próprio partido. Sua derrota abriu as portas para a vitória de Severino Cavalcanti.

No fim do ano passado, abrigado na equipe de advogados de Dantas, Greenhalgh encontrou-se com Lula e pediu seu aval. “Só estou nessa porque o presidente autorizou”, disse a um amigo, quando ficou evidente que, apesar da boa vontade do governo, Dantas estava na mira da PF. Em teoria, o criminalista Greenhalgh seria um personagem adequado para limpar um passivo de acusações e conflitos entre Dantas e seus sócios na Brasil Telecom. Também poderia servir como um elo entre Dantas e um governo que pretendia aplainar o caminho para colocar de pé a fusão da Brasil Telecom com a Oi/Telemar. Seus honorários de R$ 650 mil podem decepcionar os velhos amigos petistas. O problema é que ele foi além. Surgiram gravações em que o criminalista Greenhalgh aparece envolvido em negociações financeiras de vulto – o que está longe de ser sua especialidade. A partir de seus contatos no PT e no governo, Greenhalgh buscou ter acesso a informações sigilosas sobre a investigação em torno do Opportunity. Essa é a gravidade de seus contatos com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, a quem pediu informações sobre o inquérito.

O receio no governo é que ele não tenha limitado esses pedidos a Gilberto Carvalho, que demonstrou postura cooperativa segundo os grampos telefônicos. Observadores do Planalto dizem que Greenhalgh pode ter feito pedidos análogos a outros personagens. Carvalho teria ajudado “no necessário”. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, teria tido contato com interlocutores de Dantas para ajudar na parte governamental da fusão da BrT com a Oi.

A investigação de Protógenes seguia por esse caminho. Um dos relatórios da operação deixa claro que a equipe comandada pelo delegado Protógenes pretendia desdobrar o inquérito sobre Dantas para uma investigação sobre a fusão das duas companhias. Nas tratativas para a formação da Supertele, a equipe de Protógenes vê “diversos indícios de ocorrência de delitos contra o mercado de capitais e de evasão de divisas”. Em seu estilo vago, o delegado não esclarece, porém, quais são os indícios de delitos no negócio, visto por muitos como uma forma oblíqua de o governo voltar a controlar as telecomunicações. A entrada de Greenhalgh, como advogado bem remunerado por Dantas, coincide com o avanço das negociações no governo para a criação da Supertele.

Para a fusão da BrT com a Oi ser concretizada, alguns obstáculos precisam ser removidos. O primeiro é a legislação. Pelas regras de funcionamento do mercado de telefonia, estabelecidas antes da privatização do setor em 1998, a telefonia fixa do país foi dividida em três regiões, e a presença de um mesmo controlador em mais de uma área é proibida. Essa proibição não foi revogada, mas o governo já anunciou que está empenhado nessa tarefa. O segundo obstáculo era a presença de Dantas no comando da BrT. Depois de inúmeros conflitos com os fundos de pensão de empresas estatais, com a Telecom Italia e o Citigroup, seus sócios na empresa, Dantas deixou a BrT em abril deste ano. Sua saída começara a ser esboçada em maio de 2006, momento em que a tensão no relacionamento entre Dantas e o Palácio do Planalto atingira seu ponto máximo.

Na ocasião, a revista Veja publicara uma reportagem sobre um material de conteúdo supostamente explosivo que estaria nas mãos de Dantas. Seriam documentos – que depois se revelaram falsos – sobre contas bancárias no exterior, supostamente movimentadas pelo presidente Lula, pelo então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, pelo então chefe da Polícia Federal, Paulo Lacerda, e por outros figurões do governo. Na mesma semana, Dantas e Thomaz Bastos se encontraram num jantar na casa do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). A conversa teve três testemunhas: o dono da casa, amigo de Dantas, e os deputados petistas Sigmaringa Seixas (DF) e José Eduardo Cardozo (SP), levados ao encontro por Thomaz Bastos. No jantar, além de negar que estivesse por trás do dossiê, Dantas deu o primeiro sinal de que estava disposto a deixar a BrT. “Eu saio, eu quero ir embora”, teria dito Dantas a Thomaz Bastos. Em 2007, Dantas conformou-se em deixar a BrT e passou a jogar para sair de bolso forrado (ele vai embolsar cerca de R$ 1 bilhão pela venda de sua participação acionária).

É fácil entender por que o governo sempre preferiu ver Dantas longe das teles. “Daniel é um empresário brilhante, mas não entendeu que o Brasil mudou”, diz um antigo executivo do grupo Opportunity. De acordo com ele, Dantas jamais conseguiu compor-se com os sócios que tinham a maior parte do capital – os fundos de pensão. Não aceitava sugestões para tocar o negócio e encarava com desconfiança pleitos como o direito de grandes acionistas de nomear pessoas de confiança para postos-chave. Ele cultivou lutas e confrontos, ao contrário de Carlos Jereissati e Sergio Andrade, os donos da Telemar. Jereissati e Andrade têm laços diversos com o governo Lula e são velhos financiadores de campanhas do PT, diferentemente de Dantas, que chegou a usar a logística da BrT para servir aos políticos do antigo PFL, hoje DEM, e só mostrou interesse em ajudar o PT quando as chances de chegar ao poder estavam próximas.
Por causa desse comportamento, logo no começo do governo Lula, Dantas ganhou um inimigo no círculo íntimo do presidente: o ex-ministro Luiz Gushiken, que detinha grande poder sobre os fundos de pensão. A rivalidade entre os dois cresceu depois da acusação, em 2004, de que Dantas, por meio da empresa Kroll, montara uma rede de espionagem que tinha Gushiken como um de seus alvos. Herdeiras de mercados milionários, as telefônicas sempre fizeram questão de aproximar-se do PT e do governo Lula. Para minar a barreira construída por “China”, o apelido de Gushiken, Dantas ensaiou diversos movimentos de aproximação. Entre 2003 e 2005, contratou o advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, para fazer uma “consultoria”, por R$ 1,2 milhão. Também contratou, por R$ 8 milhões, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, amigo do então todo-poderoso ministro José Dirceu. Tentou ainda ficar amigo do PT por meio do ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e do lobista Marcos Valério, os organizadores do esquema de financiamento ilegal de campanha e compra de votos no Congresso, conhecido como mensalão.
Por vias laterais, Dantas se aproximou do próprio Dirceu, de Antônio Palocci, então ministro da Fazenda, e de Thomaz Bastos. Dirceu, Palocci e Thomaz Bastos estiveram algumas vezes – em torno de dez – com Dantas em conversas reservadas. Nos três casos, fora da agenda oficial. Nenhum deles queria manter conversas com o banqueiro oficialmente, por causa da pressão de Gushiken, que tinha grande prestígio com Lula.

Todo esse jogo complexo de segredos políticos e empresariais ajuda a entender por que é tão importante para o governo controlar a investigação da Operação Satiagraha e o conflito de facções na Polícia Federal. Diretores da PF e aliados do delegado Protógenes confirmam que ocorreu um confronto aberto nos bastidores da operação. Na versão dos amigos de Protógenes, seus chefes em Brasília teriam entrado em pânico quando souberam que, entre os alvos da operação, estava Greenhalgh. Queriam saber se ele estaria entre os presos. Protógenes, até horas antes da operação, desconversava. De acordo com seus chefes, a preocupação com Greenhalgh era um delírio de Protógenes.
A disputa interna na PF tem raízes também na troca de comando mal resolvida dentro da corporação. Protógenes é ligado ao delegado Paulo Lacerda, ex-diretor da PF e atual chefe da Agência Brasileira de Informação (Abin). Antes de sair da PF, Lacerda escolhera Protógenes Queiroz para chefiar a investigação sobre Dantas. Quando mudou de cargo, Lacerda pediu a seu sucessor, Luiz Fernando Corrêa, para manter Protógenes no caso. Durante a investigação, Protógenes entrou em conflito com a equipe de Corrêa. Tudo isso fez do afastamento de Protógenes da investigação sobre Dantas uma operação politicamente delicada.

As divisões da PF mostraram outra vulnerabilidade do Planalto. O presidente está sem um articulador político, capaz de funcionar como anteparo em momentos de crises. Isso obrigou o próprio Lula a intervir diretamente nessa crise. O ministro Genro acredita que tem possibilidades de disputar a sucessão de Lula em 2010, como o candidato do governo. Agiu no caso mais preocupado com seu futuro político. De olho em possíveis dividendos eleitorais, Genro, mesmo condenando a “espetacularização” da Operação Satiagraha, engajou-se num conflito desnecessário com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, em torno das operações da PF (leia mais sobre a crise desencadeada na Justiça pela Operação Satiagraha). Para apaziguar os ânimos entre o Executivo e o Judiciário, Lula foi o anfitrião de um encontro, na semana passada, entre Genro, Mendes e o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Enquanto Genro se envolvia em brigas públicas com o STF, quem voltou a circular de maneira discreta, em Brasília e no Planalto, na semana passada foi o ex-ministro Thomaz Bastos. No primeiro mandato de Lula, ele firmou reputação como especialista em esfriar crises e reduzir danos em escândalos políticos. Embora ele negue, atribui-se a Thomaz Bastos a sugestão para que Lula falasse publicamente sobre a saída de Protógenes do comando da investigação de Dantas. No mesmo dia, Thomaz Bastos encontrou-se de manhã no Planalto com o chefe de gabinete Gilberto Carvalho, que havia interrompido suas férias para ajudar a administrar a crise.À noite, esteve com o delegado Lacerda, com quem trabalhou no primeiro mandato de Lula.

A habilidade de Thomaz Bastos para desativar bombas políticas ainda pode ser necessária ao Planalto. ÉPOCA ouviu de um integrante do governo Lula com ligações com Dantas que o banqueiro estuda a possibilidade de pedir asilo no exterior. Há anos, ele se diz perseguido politicamente. Segundo esse integrante do governo, Dantas acredita agora ter encontrado os fundamentos para o pedido de asilo na peça de investigação feita pelo delegado Protógenes.

ISTOÉ: O que querem os jovens 20 Julho 2008

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Publicado originalmente na revista Istoé (19/07/2008). Reportagem de Suzane Frutuoso, Renata Cabral e Adriana Prado. Link para a revista, clique aqui.

Da família à política, pesquisa com dez mil jovens revela os ideais da geração que vai mandar no Brasil daqui a 20 anos

juventude sempre foi vista como uma breve transição para a idade adulta. A ordem era trabalhar cedo, casar logo e constituir família. Os anos 60 romperam com este padrão. Rebeldes, os jovens daquela década lutaram por várias causas, como liberdade política, sexual e igualdade entre os sexos, e criaram um ideal de juventude até hoje cultuado. Vinte anos depois, o espírito de rebeldia mantinha-se vivo, mas as causas eram mais difusas. Hoje, a ditadura é uma lembrança e o conflito de gerações quase desapareceu. O jovem está preocupado em deslanchar na carreira (sem muito stress), valoriza o suporte familiar e sua atuação política é menos partidária e mais social, como a defesa do meio ambiente.

O que passa pela cabeça desta geração foi mapeado por um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A pesquisa, inédita, com dez mil brasileiros de 15 a 29 anos, resultou no livro Juventudes: outros olhares sobre a diversidade, da coleção Educação para Todos, do Ministério da Educação. É a primeira tese de fôlego no País sobre esta faixa etária, que corresponde a 51 milhões de pessoas e só começou a ser estudada há dez anos. O trabalho traz dados surpreendentes – para os mais velhos – sobre a geração que comandará o Brasil daqui a 20 anos.

Para eles, a aparência é fundamental. Quase 27% dos entrevistados disseram que a maneira de vestir os define. Futilidade? Nada disso. A roupa é uma mensagem. “É uma forma de o jovem marcar seu território e anunciar qual é sua personalidade”, afirma a socióloga Miriam Abramovay, organizadora da obra e pesquisadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana.

A estagiária de relações públicas Fernanda Araújo, 23 anos, diz sem medo que é consumista. Com o primeiro salário do estágio, gastou R$ 600 num sapato. Mas Fernanda trabalha desde os 15 anos, ajuda a pagar a faculdade e é voluntária de uma entidade. O modo como se veste faz parte de seu objetivo de crescer profissionalmente. “Me dedico ao trabalho, sou prática e sei resolver problemas. Minhas roupas expressam essas qualidades”, acredita. Fernanda está satisfeita com os rumos da própria vida, assim como 75% dos participantes do estudo.

“Mesmo com violência, educação deficiente e um mercado de trabalho disputado, o jovem acredita que as dificuldades serão superadas”, diz Miriam. “É uma juventude forte, que mantém a esperança. São características fundamentais que fazem a sociedade evoluir.” Ao contrário de gerações passadas, eles encontram confiança e segurança em casa e têm na família sua maior fonte de alegria. É a ela que o estudante carioca Frederico Lacerda, 21 anos, dedica o tempo livre após o estágio, a faculdade, a namorada e os esportes. Ele janta todos os dias com a mãe, a avó e os irmãos. Quando o pai, gerentegeral de um hotel em Angra dos Reis (RJ), está no Rio, os filhos até cancelam compromissos. “Eu e meus irmãos fazemos questão disso. O ambiente em nossa casa é tão bom que amigos e namoradas gostam de freqüentá- la.”

Outro mito derrubado pela pesquisa é o da alienação política. Há uma eterna – e injusta – comparação entre a juventude de hoje e a dos anos 60. “Uma minoria da classe média participou da luta contra a ditadura. Como foi um momento importante da história, esses jovens são idealizados”, aponta a socióloga Miriam. Quase 50% dos entrevistados no estudo da Unesco admitem que não dão a mínima para um comício, mas isso não significa falta de engajamento. A agenda mudou. A 1a Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude reuniu 2,5 mil jovens em Brasília, no final de abril. Os debates foram dominados por temas como emprego, educação, preservação do meio ambiente, legalização do aborto, discriminação contra negros e homossexuais. “Há uma mobilização enorme por parte da juventude. Eles levantam bandeiras que não estão na pauta de partidos políticos”, afirma a socióloga Mary Garcia Castro, professora da Universidade Católica de Salvador. “São jovens mais sensíveis e tolerantes do que os do passado.”

Hoje, o universo a ser transformado é até o doméstico. A estudante de ciências naturais da Universidade de Brasília, Ludmila Andrade, 21 anos, convenceu a família a reciclar o lixo em casa. Na universidade, participa do projeto Nosso Campus, no qual explica a importância de separar os resíduos da maneira correta nas salas de aula. Pela política partidária, porém, ela não se interessa. “Só tem confusão e não leva a lugar algum. Nosso projeto pode mudar muito mais o mundo”, afirma. As bandeiras, hoje, são mais palpáveis. O jovem dá valor à educação – a pesquisa diz que 37,4% dos entrevistados apontaram o bom nível de escolaridade como ferramenta imprescindível para conseguir emprego. Contudo, ele quer currículos mais condizentes com o mundo real. “Eles não pretendem abandonar a reflexão. Mas um mercado de trabalho pouco inclusivo exige conhecimento prático”, diz o professor Alessandro de Leon, reitor da Universidade da Juventude, formadora de gestores em políticas para os jovens.

O psiquiatra Içami Tiba, autor do livro Adolescentes – quem ama educa, não compartilha desta visão corde- rosa da juventude. “Eles não têm preparo para tocar a vida. Diploma, hoje, não faz de ninguém um vencedor. A vida adulta é mais difícil do que eles pensam”, afirma o psiquiatra. Na opinião dele, são os jovens de classe média os que têm mais chances de prosperar. “Com responsabilidades somadas, como trabalho e estudo, eles são os mais lutadores e serão os vencedores. Os da classe A estão acostumados com tudo na mão, carro, computador, roupas, viagens, e não dão valor. Os das classes baixas já acham ótimo se encontram subemprego.”

Na pesquisa, salta aos olhos o pouco acesso dos jovens a bens culturais. Metade dos entrevistados nunca pôs os pés no cinema e mais de 70% deles nunca foram ao teatro ou ao museu. A promotora de eventos Claudia Corrente, 22 anos, se enquadra neste segundo grupo. “Teatro é caro para mim”, diz ela, que admite nunca ter tido interesse em conhecer um museu. Falta divulgação, na opinião dela. Claudia, moradora de São Paulo, esteve na semana passada pela primeira vez na Pinacoteca do Estado, para fazer uma foto para esta reportagem. Ela nem sabia que ali se encontra um dos principais acervos de arte do País. Gostou do que viu e pretende voltar. Ficou ainda mais animada quando soube o preço da entrada: apenas R$ 4. Nos últimos anos, o acesso a esses espaços, sobretudo nas grandes cidades, melhorou com a meia-entrada obrigatória para estudantes e a instituição de ingressos a preços populares em algum dia da semana ou até a entrada gratuita. O transporte, porém, ainda é um problema. São necessárias políticas públicas para eliminar o obstáculo da distância, principalmente para o jovem da periferia. Em casa, o tempo livre desta geração é dominado pela tevê. A leitura é a última opção. Quase 20% não abriram um livro sequer nos últimos 12 meses.

Quando se compara o mundo de hoje com o de 40 anos atrás é na sexualidade que os costumes mais se transformaram. Se a juventude dos anos 60 promoveu a revolução a partir da pílula anticoncepcional e a dos anos 80 aprendeu a conviver com o fantasma da Aids, os jovens do ano 2000 iniciaram a vida sexual com as duas referências: com liberdade para se relacionar com quem quiser, mas com responsabilidade de saber que é necessário usar preservativo para se prevenir das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Dados de uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada em abril, apontam que 53% dos jovens usam camisinha na primeira relação sexual. Em 1986, eram apenas 9%. A pesquisa da Unesco mostra que há uma diferença entre moças e rapazes. Elas exigem do parceiro o preservativo para evitar a gravidez (35,3%). Eles querem se precaver, sobretudo, das DSTs (29,3%). “Isso reflete a preocupação de cada um com o que atinge diretamente o próprio corpo”, diz Miriam, organizadora do livro. Na carteira do estudante Jaduam Pasqualini, 18 anos, pode até não ter dinheiro, mas a camisinha está lá. “Muitas meninas ainda relaxam e tratam a precaução como algo só do homem”, reclama. Namorando Laura Coube, 18 anos, diz que o preservativo é parte da relação desde o início.

O que não será diferente tão cedo é a permissão de dormir na casa dos pais com o parceiro. Isso é permitido para 33% dos rapazes e para apenas 8,5% das garotas. Na família de Eduardo Assis, ele e os dois irmãos sempre tiveram essa liberdade. A namorada dele, Tamara Freitas, é recebida com carinho pelos seus pais. “Eles sempre foram liberais.” Na casa da namorada, porém, ele só freqüenta o quarto de Tamara com a porta aberta. Dormir por lá, nem pensar.

Aos 17 anos, Eduardo e Tamara preparam-se para escolher a profissão e entrar definitivamente na vida adulta. Com poucas responsabilidades e muitos sonhos a serem realizados, têm um universo de possibilidades diante deles. Segundo a pesquisa, são os jovens entre 15 e 17 anos os mais otimistas. O nível de satisfação com a própria vida chega a 85% nesta faixa etária. O percentual cai para 71% aos 26 anos e para 69% aos 29. Esta queda coincide com a fase em que surgem dúvidas sobre a profissão escolhida, afirma Denise Barreto, sóciadiretora da Gnext Talent Search, empresa de recrutamento. “É a idade em que há maior incerteza quanto à carreira e falta segurança sobre qual o melhor caminho a seguir.”

Quando estava prestes a completar 25 anos, o administrador Eduardo Calixto, hoje com 26, começou a questionar se o que alcançara até então era realmente o que desejava. Analista de vendas de uma multinacional, poderia ser gerente em dois anos. “Vivia sob pressão e stress”, conta. Desanimado, largou tudo e foi trabalhar como operário e lavador de pratos na Nova Zelândia, durante um ano. Aprendeu que a vida sempre pode recomeçar – especialmente quando se é jovem. De volta ao Brasil, Eduardo foi trabalhar na galeria de arte da mãe. Não entendia nada do assunto. Agora, avalia, cataloga e vende obras. Está feliz. “Mas sou pé no chão. Sei que a vida requer planejamento para dar certo”, diz Eduardo. Uma boa lição para que o otimismo da juventude não se perca e possa se transformar em conquistas concretas no futuro.

Ninho Tucano com Geraldo Alckmin 19 Julho 2008

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Não deixem de conferir o site de campanha do candidato a Prefeito de São Paulo Geraldo Alckmin, clicando aqui ou acessando o endereço www.geraldo45.can.br

Kassab e Alckmin travam 1ª batalha no TRE sobre vídeos no YouTube 18 Julho 2008

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Ai ai ai ai ai…

Vejam a perda de tempo daqueles que deveriam estar enfrentando a Marta Suplicy.

da Folha de S.Paulo

Menos de duas semanas após o início oficial da campanha, democratas e tucanos, históricos aliados –atualmente à frente da administração da capital paulista e também do Estado –, já travam sua primeira batalha na Justiça Eleitoral.

Anteontem, a coligação “São Paulo no Rumo Certo”, que tem o prefeito Gilberto Kassab (DEM) como candidato à reeleição, entrou com representação no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) contra a campanha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

A argumentação foi a de que os vídeos hospedados no site de campanha de Alckmin estão em links no YouTube, o que foi proibido pela resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que regula a propaganda na internet neste ano.

“A propaganda só é possível na página do próprio candidato”, afirmou Francisco Octavio de Almeida Prado Filho, um dos advogados de Kassab.

O democrata pediu a retirada da página de Alckmin do ar até que se comprove a saída dos vídeos do YouTube. “Essa prática causa desequilíbrio entre as candidaturas”, disse Prado.

A Folha encontrou no YouTube um vídeo, apresentado por Alckmin, com realizações de seu governo (2001-2006) e veiculado durante o horário reservado à propaganda partidária obrigatória na TV.
A peça é a mesma disponível no site do candidato tucano, tanto que, até ontem à noite, na tela do vídeo aparecia a logomarca do YouTube.

Os advogados de Alckmin afirmaram que vão recorrer hoje. Eles entendem que o recurso é permitido por lei. Apesar disso, a campanha prometeu retirar as peças do site até uma decisão final.
“É estranho que a coligação do prefeito Kassab só tenha representado contra nós, visto que outras candidaturas fizeram o mesmo”, afirmou Edson Aparecido, coordenador da campanha do ex-governador.

Ontem, vereadores tucanos de São Paulo informaram ao comando da campanha de Alckmin que irão gravar com o candidado, na segunda, os programas do horário eleitoral, que começam em agosto.
Se confirmada a gravação, será um derrota para Kassab, que até a semana passada contava com o apoio quase unânime da bancada tucana na Câmara.

Senador Sérgio Guerra participou nesta quarta-feira de chat 17 Julho 2008

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O PSDB se prepara para as eleições municipais de outubro com favoritismo para reeleger os prefeitos de três capitais (Curitiba, Teresina e Cuiabá), chances expressivas em cidades importantes como São Paulo, São Luís e Salvador, além da expectativa de ampliar o número de prefeituras pelo Brasil em pelo menos 10%. A avaliação é do presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), que participou nesta quarta-feira de um bate-papo virtual promovido pelo portal IG com a participação de jornalistas de diversos veículos e internautas.

CRESCIMENTO NAS CAPITAIS

De acordo com Guerra, a expectativa é grande para o pleito municipal, apesar de o PSDB ter pela frente, nos diversos municípios, uma concorrência desleal: a injeção de recursos públicos vindos do Planalto para tentar eleger aliados. “Não temos dúvidas que o partido vai crescer em número de prefeituras, apesar do bombardeio de recursos para fins eleitorais para os partidos da base do governo”, destacou. Na última eleição municipal, o partido elegeu 871 prefeitos. Na disputa deste ano, são 11 candidatos próprios nas capitais e dez a vice. Nas 78 cidades brasileiras com mais de 200 mil eleitores, onde há possibilidade de 2º turno, o partido lançou candidatos próprios em 39.

Segundo o senador, as eleições 2008 não deixam de ser um ensaio para a sucessão presidencial de 2010. “Barrar o crescimento do PT e ampliar nossa presença no comando das principais cidades do país devem dar ao PSDB uma nova perspectiva para o pleito nacional”, acrescentou Guerra.

INFLAÇÃO

Sobre a disputa em outras grandes cidades, o tucano avalia que, em outubro, o PT não conseguirá ampliar a participação nas capitais brasileiras. Em Belo Horizonte, por exemplo, hoje comandada pelo petista Fernando Pimentel, a sigla do presidente Lula abriu mão da disputa para apoiar Márcio Lacerda (PSB). “Também vão perder em Fortaleza e não têm chances em Salvador. Já no interior do Brasil, o PT deve registrar um avanço moderado”, previu.

O parlamentar observou ainda que o PSDB busca ampliar as alianças com o DEM, PPS e PMDB. Para Guerra, as críticas em relação à volta da inflação vão dominar os debates. “A Bolsa Família e o PAC serão o centro do discurso do PT. E nós vamos lembrar que eles devem cuidar da inflação e dos preços dos alimentos e devem parar de desperdiçar recursos públicos. O discurso do partido do presidente está vencido e não aponta para o futuro”, analisou.

Em meio ao debate, ele explicou a diferença básica entre o modelo de oposição dos tucanos e o praticado pelos petistas há até cinco anos atrás. “A oposição que o PT fez no passado não serviu ao Brasil. As posições defendidas por eles não se confirmaram quando o PT chegou ao governo. Já nós, de forma diversa, não fazemos oposição ao que está certo, mas combatemos o que está errado”, frisou.

Segundo ele, nas próximas eleições nacionais, o tamanho e a consistência dos partidos farão a diferença. “Antes, Fernando Henrique Cardoso e Lula excediam os limites dos partidos. Agora, a disputa é equilibrada e as legendas serão mais importantes para determinar a vitória”, afirmou.

PRIVATIZAÇÕES

O presidente do PSDB também não se furtou de responder perguntas sobre as privatizações - que tiveram início na gestão FHC - e sobre o escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Dantas. “Ainda é cedo para avaliar o impacto desse caso nas eleições. Por enquanto, o que temos é vazamento, pedaços de conversas, gravações, suposições, uma verdadeira desordem. Temos de esperar as coisas tomarem um rumo mais responsável”, ponderou.

Sobre as privatizações, o parlamentar pernambucano deixou claro que o partido assume os seus atos e incentivou o governo a fazer o mesmo. “Nenhum preconceito contra a privatização. Há estradas que ainda precisam ser concedidas e somos a favor disso. Parcerias público-privadas, as PPPs, são bem-vindas, mas temos de analisar caso a caso”, finalizou.

Após um ano, problemas no setor aéreo continuam 17 Julho 2008

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Um ano após o acidente com o avião da TAM que provocou a morte de 199 pessoas nas imediações do aeroporto de Congonhas, a gestão do sistema aeroportuário brasileiro e o controle de tráfego de aeronaves continuam apresentando deficiências. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Comando do Controle do Espaço Aéreo (Decea), ligado ao Comando da Aeronáutica, continuam com carência de pessoal e o número de acidentes aéreos bateu recorde nos últimos meses. O alerta foi feito nesta quinta-feira pelo deputado Gustavo Fruet (PR).

“É inaceitável que o governo não tenha feito investimentos antes desse acidente, mas é ainda mais preocupante que muitas medidas continuem no papel depois da tragédia. O acidente trouxe a público a gravidade da situação e gerou muitas promessas”, diz o tucano, que integrou a CPI da Crise Aérea, no ano passado. O relatório da CPI e o documento paralelo elaborado na época pelos integrantes filiados ao PSDB apontam uma série de medidas imprescindíveis para garantir a segurança e o conforto dos passageiros.

Nesta semana o deputado recebeu resposta parcial a um pedido de informações que apresentou em abril sobre acidentes aéreos e contratações no setor. A Anac informou que seu quadro atual conta com 517 servidores - apenas 32,5% das 1.755 vagas previstas quando a agência foi criada, em 2004. Segundo a Anac, a Gerência Geral de Investigação e Prevenção de Acidentes conta atualmente com 27 funcionários.

Também respondendo ao pedido de Fruet, o Decea informou que nos dois últimos meses de 2007 formou 297 profissionais especializados no controle de tráfego aéreo, dos quais 117 são considerados habilitados para começar a trabalhar. Os outros 180 só estarão habilitados no fim do ano. Para este ano, está prevista a formação de mais 309 profissionais, que estarão prontos para atuar entre março e setembro de 2009. “A formação de pessoal habilitado leva tempo e o governo só acordou para essa necessidade com a explosão da crise aérea”, comentou Fruet.

Em relação aos acidentes aéreos, o deputado não obteve resposta. “Pela complexidade, os dados solicitados continuam em levantamento”, justificou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, em ofício enviado à Câmara. Em junho, um levantamento feito pela assessoria do deputado em informações públicas da Anac e do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos) mostrou que, mantida a média registrada até abril, o país terá este ano o maior número de acidentes aeronáuticos dos últimos 14 anos.

Até abril, foram registrados 38 acidentes na aviação civil. Mantida a média de 9,5 acidentes por mês, até o fim do ano seriam 114. No ano passado, segundo dados do Cenipa, foram registrados 97. Em 2006 foram 66 e no ano anterior, 58. O número de acidentes não ultrapassa 100 desde 1994, quando foram registrados 131. A Aeronáutica considera acidente toda ocorrência que resulte em morte ou lesão grave, em que a aeronave sofra danos ou falhas estruturais que afetem seu desempenho. O desaparecimento de aeronave também é contabilizado.

Na mesma época, o Tribunal de Contas da União anunciou a realização de uma auditoria na Anac para averiguar como a agência está realizando o trabalho de fiscalização do transporte aéreo. O TCU anunciou que faria blitze entre os dias 21 de julho e 8 de agosto, devendo apresentar o relatório do trabalho até setembro.

Últimas informações eleitorais em São Paulo 16 Julho 2008

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Números da mais recente pesquisa Ibope a respeito da eleição pela prefeitura de São Paulo:

* Marta Suplicy (PT) - 35%

* Geraldo Alckmin (PSDB) - 32%

* Gilberto Kassab (DEM) - 11%

* Paulo Maluf (PP) - 11%

* Soninha Francine (PPS) - 1%

O atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, aparecia com 13% nas pesquisas anteriores. Agora está empatado com Maluf, que cresceu de 8% para 11%. Marta e Alckmin estão tecnicamente empatados, já que a margem de erro da pesquisa é de 4%.

Em pesquisa divulgada no dia 25 de junho, Marta Suplicy (PT) aparecia com 31% e Alckmin com 25% das intenções de voto.

PSDB espera crescer neste ano de olho em 2010, diz presidente da sigla 16 Julho 2008

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Com a expectativa de ampliar o número de prefeituras pelo Brasil em pelo menos 10%, o PSDB entra em campanha com grandes chances de vitória em pelo menos três capitais, Curitiba (PR), Teresina (PI) e Cuiabá (MT), e bem cotado em mais três, entre elas a capital paulista. É o que afirmou o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), em bate-papo promovido nesta quarta-feira pelo Portal iG em parceria com a Santafé Idéias.

Atualmente, o PSDB chefia cinco capitais brasileiras. Ao todo, são 871 prefeituras em todo o país sob administração tucana.

Para o senador, a sigla saberá lidar com as suas divergências internas, especialmente em São Paulo. “O partido não admitirá que o conflito entre nós prejudique a nossa campanha no primeiro turno”, disse ele, em referência à disputa entre tucanos pró-Gilberto Kassab, candidato do DEM, e tucanos pró-Geraldo Alckmin, do próprio PSDB. Kassab era vice de José Serra (PSDB) e assumiu o posto quando o tucano se candidatou ao governo do Estado de São Paulo.

Como Kassab manteve os tucanos na administração municipal, houve um racha no partido entre os que apóiam o atual prefeito e os que embarcaram na candidatura de Alckmin.

Guerra diz acreditar que haverá segundo turno na capital paulista. Para ele, Marta Suplicy, do PT, tem grandes chances de estar na cédula de votação no final de outubro. Mas ele afirma, ainda, que DEM e PSDB, não importa quem vá ao segundo turno, estarão unidos para enfrentar a petista.

Sobre a disputa em outras grandes cidades, Guerra avalia que, em outubro, o PT não conseguirá ampliar a fatia que domina entre as capitais brasileiras.

Em Belo Horizonte, por exemplo, hoje com prefeitura comandada por um petista, o PT não tem candidato na disputa _mas apóia Marcio Lacerda, do PSB, para quem forneceu o vice na chapa.
“Ele também vai perder em Fortaleza (CE) e não tem chances em Salvador (BA). Já no interior do Brasil, o PT deverá avançar, porém, moderadamente”, afirmou, acrescentando que o avanço ocorrerá com base na liberação de emendas e “uso eleitoreiro de ações do governo federal”.

Entre os programas, estariam as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Bolsa Família, que neste ano teve o valor do benefício elevado em cerca de 7%.

Barrar o crescimento do PT e ampliar sua presença no comando das principais cidades do País devem dar ao PSDB uma nova perspectiva para o pleito nacional, em 2010, afirma Guerra.

Segundo o senador, nas próximas eleições nacionais, o tamanho e a consistência dos partidos farão a diferença. “Antes, Lula e Fernando Henrique Cardoso excediam os limites dos partidos. Agora, a disputa é equilibrada e os partidos serão mais importantes para a vitória”, avalia.

O PSDB pretende falar sobre o aumento da inflação para enfraquecer o PT. “Será importante mostrar que tudo isso [aumento do custo de vida] ocorre lá fora, mas aqui dentro também há muito dinheiro gasto inutilmente”, disse ele.

A previsão de crescimento também se apóia nas alianças fechadas pelo partido. A proximidade com o Democratas em várias prefeituras, por exemplo, são motivo de otimismo, segundo Guerra, apesar das trombadas em São Paulo. O partido também pretende priorizar alianças com o PPS e com parte do PMDB, o partido mais forte nas cidades de menor porte.

O NINHO TUCANO APÓIA O RIO DE GABEIRA 15 Julho 2008

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+ Rio de Janeiro 15 Julho 2008

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Caros, acredito ser sina de todo mineiro ser apaixonado pelo Rio de Janeiro. Não atoa Juscelino tem uma estátua descontraída logo após a Rua das Pedras e não atoa o atual governador de Minas não abre mão de passar um fim de semana na cidade maravilhosa de tempos em tempos…

E ao receber um e-mail de um jovem tucano, lembrei-me do prazer que é tomar um açaí em Geribá. Segue:

Saudações Tucanas !
 
Venho por meio deste, primeiramente saudar a você Gabriel, que ainda não conheço pessoalmente,  e dizer e relatar que a Juventude Tucana em Búzios está a todo vapor para as eleições de outubro deste ano.

Estamos na luta pela nossa chapa majoritária que vem coligando o PDT - Mirinho Braga como Prefeito - e o PSDB - Alexandre Martins (atual vereador) como vice - na luta por nossas proporcionais.

Estamos validando a importância para nós, jovens desejosos de mudanças e de um governo que olhe pela juventude em nossa cidade.

Estamos envolvidos neste processo de ouvir nossos candidatos e apoiá-los, buscando suporte junto a eles, para que a juventude tucana municipal possa apresentar trabalhos, idéias e colocações importantes em discussões de relevância para a cidade.

Não podemos e nem devemos deixar nossa cidade servir de financiamento para políticos sem credibilidade e sem caráter. E só conseguiremos barrá-los ativamente, se estivermos a frente deste movimento de ação contra corrupitos e desonestos em atos e palavras.

Sei que juntos poderemos fazer com que isto se concretize, cada um em sua cidade, fazendo sua parte e sendo agente modificador.

Sejamos assim e poderemos realmente viver um pouco mais tranquilos.

E acreditando nisto, envio-lhe este e-mail, felicitando o trabalho da Juventude Municipal de BH e nossa Secretaria Nacional de Comunicação a qual está a frente.

Muito obrigado pela atenção e sorte nos trabalhos eleitorais em BH e aos nossos candidatos.
 
Rafael Jorge dos Santos
Presidente da JPSDB  de Armação dos Búzios e Secretário Estadual da Região dos Lagos da JPSDB -RJ

Prezado Rafael, pois desejo-lhe o dobro de forças para não desanimar nessa caminhada. Tudo que a política precisa é renovação de idéias e afirmação de princípios. Duas coisas que vibram mais forte n’alma da juventude. Abração e da próxima vez que estiver nessa sua cidade incrível marcamos uma peixada no David ou crepe no Chez Michou para comemorar a vitória do PSDB nas eleições desse ano. Abração de Minas.

O Rio de Gabeira 15 Julho 2008

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Caros, não deixem de visitar o brilhante site de campanha do candidato a Prefeito do Rio de Janeiro pela Frente Carioca (PSDB-PPS-PV) Fernando Gabeira. Além de utilizar tudo quanto é ferramenta web 2.0 (blog, download, google maps, youtube, myspace, flickr, facebook, orkut e twitter), o site possui uma trilha sonora primorosa.

Tenha uma boa navegação clicando aqui ou digitando www.gabeira43.com.br no seu navegador.

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A propaganda eleitoral na internet 15 Julho 2008

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Estamos às vésperas das eleições municipais e ainda há muita celeuma em torno das condutas vedadas aos agentes públicos durante a campanha eleitoral de 2008, regulamentada pela Resolução TSE nº. 22.718/08 (clique aqui).

Dentre as várias vedações, é certo que a maior dúvida paira sobre as proibições da propaganda eleitoral no meio eletrônico, haja vista que a internet se tornou uma importante ferramenta de marketing de relacionamento através de seus emails, sites, blogs, orkut, salas de bate-papo e Second Life, dentre outros.

Justifica-se a preocupação pelo fato de que assistimos quase que diariamente vários pretensos candidatos sendo pesadamente condenados por fazerem campanha indevida e/ou antecipada nesse ainda considerado novo mercado de comunicação.

Para prevenir-se de situações dessa ordem, recentemente o deputado federal José Fernando Aparecido de Oliveira (PV/MG) protocolou Consulta no Tribunal Superior Eleitoral questionando justamente a legalidade da campanha eleitoral na internet; contudo, o eminente órgão recusou-se a responder, apenas se manifestando no sentido de que cada caso é um caso e será julgado individualmente. Trocando em miúdos, espera-se primeiro que o candidato seja processado para que sua conduta seja julgada.

Por enquanto, a única certeza que se tem é de que não há nada na norma em tela que definitivamente esclareça o assunto, o que dificulta, de certa forma, até mesmo a interpretação de estudiosos no assunto. E é exatamente ai que se reside o embate: nessa zona cinzenta que gera desconforto e insegurança.

Primeiramente, temos de ter em mente que um dos princípios informadores de uma campanha eleitoral é a preservação de isonomia para que entre os candidatos não ocorra desvantagem no pleito, gerando o abuso de poder. Todavia, nesse sentido, a internet é um veículo de comunicação que hoje todos têm fácil acesso, de baixo custo - e até mesmo gratuito em alguns casos - e a campanha porventura nele veiculada não afetaria tal princípio.

Além do mais, não podemos retroceder e proibir o uso dos avançados recursos da informática sem o respeito à hierarquia de outros princípios de ordem constitucionais, arduamente conquistados para manter o Estado Democrático de Direito, dentre os quais a livre manifestação de pensamento e o princípio da legalidade ampla, segundo o qual se pode fazer tudo o que a lei não proíbe, o que sustenta a tese de que não se pode admitir a continuidade dessas proibições.

A restrição à propaganda eleitoral na internet é assunto tão sério que integrantes da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática já estão providenciando pedido da revogação da Resolução 22.718 ao presidente do TSE, Ministro Carlos Ayres Britto.

E pelo que indicam os brados rumores, até porque o lobby que está sendo feito lá nos corredores de Brasília é fortíssimo, a aludida revogação tem tudo para ser julgada favorável.

É claro que, como tudo na vida, a ordem que deve imperar ainda continua sendo o velho e bom senso, e não poderia ser diferente em se tratando de campanha eleitoral, onde se tem praticamente a única chance de se conhecer o candidato.

Artigo de Marta Neves que é advogada especialista em Direito Eletrônico, professora universitária e organizadora do Encontro Nacional de Propaganda Eleitoral, publicado originalmente no site Migalhas.

Justiça de BH multa um ‘quase’ candidato por propaganda fora de hora no Orkut 15 Julho 2008

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Pré-candidato a vereador em BH não passou pela convenção do partido.
Helberth Neves criou, em 2007, uma página no site de relacionamentos.

CORTEM AS CABEÇAS, GRITA O A JUSTIÇA ELEITORAL EM MINAS.

A Comissão de Fiscalização da Propaganda Eleitoral de Belo Horizonte condenou um homem que não é candidato a vereador da capital mineira a uma multa de R$ 21.282 por ter feito propaganda eleitoral antes da hora.

A Justiça disse que Neves fez propaganda antes do período eleitoral permitido em sua página de relacionamento no Orkut, em 2007. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), apesar dele não ser um dos candidatos, o juiz considerou que Neves era, na ocasião, um pré-candidato.

Helberth Silva Neves, que é filiado ao PHS, contou ao G1 que não teve a candidatura confirmada na convenção do partido no primeiro semestre deste ano e, assim, não é um dos 1.035 candidatos a vereador da capital mineira. A informação foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelo próprio partido.

Neves disse ter ficado surpreso da multa e ainda não sabe se irá recorrer. “Eu não sabia (da decisão), você que acaba de me avisar”, disse. “Mas eu tenho que ver o que vou fazer, porque eu disse que não era candidato, não passei pela convenção”, completou, por telefone. A página já foi retirada do ar.

Ainda conforme o TRE-MG, o juiz Adriano de Mesquita Carneiro baseou-se no artigo 36 da Lei 9.504/97 e entendeu que o texto presente no Orkut do então pré-candidato (“Sejam bem-vindos nobres amigos do Brasil…Sou Helberth Silva Neves e tenho uma comunidade em apoio a minha campanha rumo a vereador em 2008…Entre e participe”) atesta “de forma incontroversa, cristalina e insofismável a pré-candidatura do representado à vereança desta Capital nas próximas eleições, e que as mensagens de apoio contidas no site já demonstram que o eleitorado foi positivamente impressionado por sua prática, o que já redundou em favorecimento inequívoco à sua oportuna candidatura, em desequilíbrio de forças com os demais possíveis candidatos”.

Caso Neves não recorra, a multa deverá ser depositada no Fundo Partidário em até 30 dias contados do trânsito em julgado da decisão.

Comentário do Noblat 15 Julho 2008

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Gilberto Carvalho patrocionou interesse privado, sim.

Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, nega que tenha feito tráfico de influência ao procurar saber junto ao Gabinete de Segurança Institucional da presidência da República, a pedido do ex-deputado e advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, se havia alguma ação policial contra Humberto Braz, assessor do banqueiro Daniel Dantas.

Trâfico de influência é crime, definido assim no artigo 332 do Código Penal: “Solicitar, exigir, cobrar ou obter para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função.” Ocorre mesmo quando o funcionário não haja sido compensado.

Carvalho nada pediu para si em troca do favor prestado a Greenhalgh. Mas a rigor ele incorreu em tráfico de influência, sim, porque patrocinou interesse privado. A informação sobre a existência ou não de uma possível ação policial contra Braz ajudaria Greenhalg a desempenhar melhor seu papel de advogado.

Certamente não é função do chefe de gabinete do presidente da República atender advogados à caça de informações confidenciais que interessam a seus clientes. Carvalho atendeu ao pedido de Greenhalg porque os dois são amigos de longa data e filiados ao mesmo partido. Um advogado qualquer receberia de Carvalho o mesmo tratamento? É claro que não.

A Polícia Federal é criticada dentro e fora do governo por vazar informações. E o que fez Carvalho? Vazou a informação de que Braz não era alvo de ação policial.

A ordem dada por Lula a seus principais auxiliares é a de defender a inocência de Carvalho a qualquer preço. Quanto a Greenhalg, o mínimo que se diz a respeito dele entre os que cercam Lula é que foi um “desastrado”. Aquilo não era assunto para se conversar por telefone - ora bolas!

Por Ricardo Noblat.

PSDB Mineiro de cara nova 14 Julho 2008

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Caros, não deixem de conferir o novo site do PSDB de Minas Gerais. Equipado com novas ferramentas próprias da internet colaborativa, o espaço virtual configura uma novidade para os tucanos.

Acesse, clicando aqui.

Guarde o endereço: www.psdb-mg.org.br

Herança bendita de FH permitiu avanços no país 14 Julho 2008

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Tucanos endossam avaliação positiva do “Financial Times”

O secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), endossou avaliação feita pelo jornal britânico “Financial Times” a respeito dos avanços econômicos, políticos e sociais obtidos pelo Brasil nos últimos anos. Em caderno especial, o periódico atribuiu ao governo Fernando Henrique Cardoso o mérito pelas medidas e reformas que deram credibilidade à moeda brasileira e permitiram melhorar a qualidade de vida da população.

PLANO REAL, UM SUCESSO

O tucano concorda que as reformas realizadas pela gestão tucana proporcionaram estabilidade econômica ao país. “Se o governo atual tem algum mérito, é o de não ter modificado de maneira estrutural as conquistas obtidas pelo PSDB na gestão passada”, apontou. A criação do Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a estabilização econômica e a adoção de uma rede de proteção social são exemplos da herança bendita da gestão tucana.

O conceituado jornal europeu afirmou que o Plano Real é o principal responsável pelo momento de segurança da economia brasileira. Lançada em 1994, a iniciativa teve sucesso em relação ao seu principal objetivo: controlar a inflação, que atingia 47% ao mês. A partir desse momento, a alta nos preços foi controlada de forma consistente. A média mensal foi caindo até chegar a 0,6% em 2001. Para Castro, o Real foi o plano econômico de maior sucesso na história da República. “Ele foi uma grande conquista para a população brasileira. Os reflexos positivos perduram até hoje”, apontou.

O deputado Luiz Carlos Hauly (PR) concorda com a avaliação e recorda as tentativas frustradas de uma passado recente. “Após décadas de tentativas com ações como planos Cruzado, Sarney, Verão e Collor, finalmente conseguimos realizar um grande sonho: a estabilidade econômica”, apontou. Naquela época, o tucano foi um dos primeiros a defender o plano. “Eu vi que ele tinha consistência macroeconômica e beneficiaria toda a população brasileira”, recordou. O parlamentar fez , porém, um alerta para o momento sobre uma possível volta do dragão da inflação, que começa a assustar os brasileiros.

RESPONSABILIDADE FISCAL

O “Financial Times” afirmou ainda que a Lei de Responsabilidade Fiscal, criada na gestão do governo FHC, também contribuiu para a economia do país. Em vigor desde 4 de maio de 2000, a legislação estabelece uma série de regras para os administradores públicos. Entre outras medidas, obriga que os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário prestem contas detalhas ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre suas despesas.

“A Lei de Responsabilidade Fiscal é um instrumento útil também para o cidadão, que passou a ter a garantia que qualquer governo deve se pautar pela austeridade nos gastos públicos. Então, é um marco também para a sociedade, um patrimônio do povo brasileiro que nós temos que conservar e lutar”, diz Castro.

SAÚDE

Os programas de saúde também mereceram destaque no jornal britânico. Na gestão FH, o ex-ministro José Serra adotou uma série de medidas de repercussão nacional e internacional, como o programa de combate à Aids, que permitiu a melhora na qualidade de vida dos portadores do vírus. Serra criou ainda os remédios genéricos, barateando os medicamentos em aproximadamente 40%. A medida ampliou o acesso da população carente ao mercado de fármacos. No entanto, Castro lamentou que o governo atual não tenha dado continuidade a esse trabalho. “Nós tivemos um grande avanço durante a era FH e uma grande desconstrução na do PT”, comparou.

COMÉRCIO EXTERIOR E PRIVATIZAÇÕES

As relações comerciais brasileiras também receberam atenção especial na gestão tucana. A abertura do mercado interno e a prioridade às exportações permitiram importantes investimentos no mercado brasileiro. Com a privatização de estatais, por exemplo, ingressaram no Brasil mais de US$ 100 bilhões.

“As privatizações trouxeram resultados e benefícios à população brasileira em áreas como telefonia e no próprio caso da Vale do Rio Doce. Considero o programa de privatização, nos moldes que foi feito, um sucesso”, afirmou Hauly. Ele lembrou, por exemplo, que o preço dos telefones despencaram após o ingresso da iniciativa privada nessa área.

Mais de 40 milhões de brasileiros já acessam a internet no país 14 Julho 2008

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Investimentos privados ampliaram e modernizaram a rede

Mais de 40 milhões de pessoas no país têm acesso a internet hoje, seja em casa, no trabalho ou em outros lugares. E mais: os brasileiros gostam de navegar na rede. Em maio, a média foi de 23 horas e 48 minutos. Esse tempo é superior ao de países desenvolvidos, como Estados Unidos, Japão, França e Austrália. Os dados fazem parte de uma pesquisa divulgada mês passado pelo Ibope Net/Ratings. O Brasil só apresenta esse quadro graças aos investimentos de empresas privadas na expansão e modernização da rede. Vale lembrar que as empresas só puderam fazer o aporte de recursos no setor devido à privatização do sistema de telecomunicações, conduzido pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso em 1998.

Para o senador Alvaro Dias (PR), o fato de o Brasil ter esse número expressivo de internautas é conseqüência da decisão política tomada pelo governo tucano há dez anos. “Creio que as privatizações dinamizaram a economia. Foi a herança de FH que proporcionou índices positivos como esse”, destacou. Na opinião de Gustavo Fruet (PR), as privatizações fizeram com que a qualidade e a amplitude da internet brasileira sejam mencionadas internacionalmente. “Os investimentos permitiram o acesso ao melhor da infra-estrutura e da tecnologia, tanto que o Brasil é referência”, destacou.

Hoje o país tem mais de seis milhões de residências com banda larga, acessível por cabo, rede telefônica e até ondas de rádio. Também já está disponível no mercado a tecnologia 3G, a terceira geração da telefonia celular, com a concorrência entre várias operadoras. Com ela, é possível acessar a rede de qualquer lugar, inclusive de celulares, permitindo também o envio de fotos, vídeo e e-mails. Antes da aplicação de recursos privados no país, as pessoas tinham acesso somente à internet discada. A maior dificuldade na época era a lentidão, pois as páginas demoravam para carregar. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para os próximos dez anos o objetivo principal é massificar a banda larga. A agência estima que os acessos só nessa modalidade de internet chegarão a 165 milhões em 2018, pela rede fixa ou pela infra-estrutura móvel, como 3G.

Mas hoje o cenário é bem diferente: as vantagens da internet rápida são inúmeras. O setor da economia que mais se beneficiou disso foi o comércio eletrônico, que oferece aos clientes um leque de opções abrangendo milhares de produtos e serviços. Os bancos também entraram na rede e dão aos seus correntistas a opção de fazer transações bancárias pela internet. Outra vantagem é o entretenimento: hoje é possível conversar em tempo real com amigos que estão longe, procurar pessoas em sites de relacionamentos, assistir filmes e vídeos, ler livros, entre outros serviços.

Os dados do Comitê Gestor de Internet (CGI) também revelam ampla expansão da rede nas mais diversas classes sociais. Os de classe C, por exemplo, representaram 37% do número de internautas do ano passado, enquanto que os classe D e E chegaram a 13%, os das classes A e B totalizam 50%. O crescimento da classe C pode ser atribuído às facilidades oferecidas pelas lojas na hora de comprar um computador e ao preço que as operadoras cobram para levar a banda larga. Hoje é possível ter internet rápida por menos de R$ 50 mensais. Além disso, as pessoas não precisam necessariamente ter um computador em casa para ter acesso, pois a rede está disponível em cafés, bibliotecas, escolas e no trabalho.

Preocupado em proporcionar acesso a internet a quem não tem condições de pagar, o governo de São Paulo tem desde 2000, um programa chamado “Acessa São Paulo”. A iniciativa foi lançada pelo ex-governador Mário Covas (SP) e o atual governador, José Serra, deu continuidade ao serviço. Essa iniciativa é reconhecida como uma das melhores do país em termos de inclusão digital. Ela leva para espaços públicos os chamados “infocentros”, computadores com acesso gratuito à internet. Ao todo são 406 postos em funcionamento espalhados por 353 municípios do estado de São Paulo. Mais de 1,1 milhão de pessoas estão aptas a participar do programa, que tem 3.500 computadores.

O vôo tucano em outubro 14 Julho 2008

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Candidatos próprios

Cuiabá (MT)
Wilson Santos (reeleição), com Chico Galindo(PTB) na vice

Curitiba (PR)
Beto Richa (reeleição), com Luciano Dulci (PSB) na vice

João Pessoa (PB)
João Gonçalves, com Aníbal Marcolino (PDT) na vice

Maceió(AL)
Solange Jurema, com Regis Cavalcanti (PPS) na vice

Porto Alegre (RS)
Nelson Marchezan Junior, com Tadeu Gonzaga Martins (PSDB) na vice

Porto Velho (RO)
Hamilton Casara, com Regina Russelakis(PSDB) na vice

Rio Branco (AC)
Tião Bocalom, com Nogueira Lima (DEM) na vice

Salvador (BA)
Antônio Imbassahy, com Miguel Kertzman (PPS) na vice

São Luís (MA)
João Castelo, com Helena Dualibe (PSB) na vice

São Paulo (SP)
Geraldo Alckmin, com Campos Machado (PTB) na vice

Teresina (PI)
Sílvio Mendes (reeleição), com Elmano Ferrer (PTB) na vice

Candidatos a vice

Belém (PA)
O tucano Paulo Chaves apóia Valéria Pires (DEM)

Boa Vista (RR)
A tucana Marluce Pinto apóia Luciano Castro (PR)

Fortaleza(CE)
O tucano Antenor Naspolini apóia Patrícia Saboya (PDT)

Natal (RN)
O tucano Luís Eduardo Machado apóia Wober Junior (PPS)

Recife(PE)
O tucano Bruno Rodrigues apóia Raul Henry (PMDB)

Rio de Janeiro (RJ)
O tucano Luiz Paulo Corrêa apóia Fernando Gabeira (PV)

Vitória (ES)
O tucano Eliseu Moreira apóia Luciano Rezende (PPS)

Florianopolis (SC)
O tucano Valter da Luz apóia César Souza Junior (DEM)

Sem candidato

Aracaju (SE)
PSDB apóia Edvaldo Nogueira (PCdoB)

Belo Horizonte (MG)
PSDB apóia informalmente Márcio Lacerda (PSB)

Campo Grande (MS)
PSDB apóia Nelson Trad Filho (PMDB)

Macapá(AP)
PSDB apóia Roberto Góes (PDT)

Manaus (AM)
PSDB apóia a reeleição de Serafim Correa Rodrigues(PSB)

Palmas (TO)
PSDB apóia Marcelo Léllis (PV)

Goiânia (GO)
PSDB apóia Sandres Junior (PP)

VEJA: Os males do Brasil são 13 Julho 2008

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Publicado originalmente na revista Veja (12/07/2008). Ensaio de Roberto Pompeu de Toledo. Link para a revista, clique aqui.

Primeiro: adiar reformas. Segundo: não fiscalizar. Terceiro: dinheiro que faz ronrom

Quando se afirma que o Exército não está preparado para funções de segurança pública, como repetidamente se fez no caso dos militares que entregaram três jovens do morro carioca da Providência para ser executados por traficantes de um morro rival, a suposição é que a polícia, ela sim, está. O c